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“O Programa Mães de Goiás é muito importante para dar suporte para as mulheres que estão em situações vulneráveis, para que, do ponto de vista social, consigamos alavancar essas mulheres e dar a elas segurança e oportunidades. Quando proponho essas alterações, é justamente para melhorar as condições de cadastrar, para que sejam preparadas para ter esse suporte e, principalmente, para que as mulheres em extrema pobreza sejam incluídas e tenham acesso a esse benefício”, afirma a deputada.
De acordo com Bia, o Governo Federal foi decisivo para aliviar o endividamento histórico do Estado. “Qual o presidente da República já ajudou Goiás com R$ 6,5 bilhões? Sim, foram R$ 6 bilhões e meio de dívidas que a União pagou para Goiás, justamente para aliviar a situação de endividamento que o Estado há muito [tempo] vinha acumulando”, enfatizou.
A deputada reforçou seu papel como representante da categoria no parlamento goiano, lembrando que é a única deputada da educação eleita após mais de duas décadas. Para ela, é fundamental que a educação tenha voz própria nos espaços de decisão. “Precisamos falar com propriedade, com conhecimento de causa, sobre a dor, a luta e os desafios de quem está no chão da escola, construindo a educação todos os dias nos municípios e no estado”, destacou.
A deputada estadual Bia de Lima (PT) afirmou que o governo de Goiás comete um contrassenso ao propor o aumento do bônus para estudantes, no entanto, tira desses mesmos estudantes e de suas famílias o direito de acesso a um plano de saúde, se referindo a nova cobrança de 30% para os dependentes do Ipasgo.
“A busca é pela promoção de bem-estar dos idosos que, muitas vezes, são marginalizados na execução das políticas públicas e pelos próprios membros da sociedade”, afirma a parlamentar.
Segundo a parlamentar, é notório que muitos prédios públicos ainda não oferecem recursos básicos como sinalização tátil, áudio em elevadores ou placas em braile. “Essa ausência limita o acesso à cidadania plena, dificultando o uso de serviços essenciais como saúde, educação, assistência social, entre outros”, afirma ela.
Na ocasião, os trabalhadores reivindicaram a implementação do plano de carreira aprovado em 2023, que até o momento não foi colocado em prática pelo governo do Estado. A categoria denunciou que, em vez de corrigir distorções históricas, o decreto editado pela gestão acabou agravando a situação, mantendo esses profissionais com os menores salários do funcionalismo público goiano.
Junto à categoria e às direções do sindicato, Bia de Lima agradeceu os votos que recebeu e a reeleição para a presidência do Sintego, mas também reforçou o seu compromisso de lutar pelos profissionais da Educação em Goiás.
A deputada estadual Bia de Lima (PT), que é egressa da primeira turma do curso de Pedagogia da Universidade Federal de Jataí (UFJ), celebrou nessa quinta-feira (12/1), os 40 anos do curso, marcado por trajetória de resistência, coragem e projetos de vida que ultrapassam a sala de aula. São quatro décadas formando profissionais que carregam consigo não apenas conhecimento, mas o desejo profundo de construir uma sociedade mais justa, humana e democrática.