Conscientização: sancionada lei de Bia de Lima que altera Dia Estadual da Juventude

Segundo a deputada, “a proposta visa abordar de maneira mais abrangente e aprofundada questões relevantes para os jovens, promovendo a conscientização e a prevenção de temas como infecções sexualmente transmissíveis (IST), sexualidade, gênero e cuidado com o corpo”.

Lei da deputada estadual Bia de Lima (PT) que traz alterações nas atividades do Dia Estadual de Juventude, instituído pela Lei nº 21.877, foi sancionada pelo governo e publicada na edição desta segunda-feira, 15, do Diário Oficial do Estado.

De acordo com a nova legislação (Lei nº 22.854, de 12 de julho de 2024), poderão ser promovidas parcerias com instituições de ensino, empresas e associações, a fim de oferecer oficinas de dança, luta, música e teatro, a serem apresentadas à comunidade jovem, bem como oficinas de conscientização sobre o trânsito, drogas, sexo, natalidade, saúde, ambiente sustentável e temas pertinentes.

Segundo a deputada, “a proposta visa abordar de maneira mais abrangente e aprofundada questões relevantes para os jovens, promovendo a conscientização e a prevenção de temas como infecções sexualmente transmissíveis (IST), sexualidade, gênero e cuidado com o corpo”.

Conforme a proposta inicial, a parlamentar sugeria que o mês de agosto fosse todo dedicado a celebrar a Juventude. Porém, a sugestão foi vetada pelo governador Ronaldo Caiado.

Em seu discurso, a deputada ressaltou que a ampliação do acesso à educação também deve ser acompanhada da valorização de professores e servidores técnico-administrativos. Bia de Lima também comentou sobre a greve dos trabalhadores da educação municipal de Goiânia, que, segundo ela, já ultrapassa duas semanas. Ela cobrou avanços nas negociações. “É preciso ter muito mais cuidado e zelo, atender o pessoal, sentar, discutir e achar uma saída”, defendeu.

“Estamos fazendo todos os esforços, buscando diversas autoridades para intermediar a situação com o prefeito Sandro Mabel, que prometeu retirar todas as propostas que haviam sido apresentadas. Essa medida, além de não ajudar, piora o que já não estava bom. Estamos buscando a resolução para esse impasse, que é de obrigação da gestão. A pauta está colocada há anos, os trabalhadores não só querem, como têm direito a valorização”, apontou a deputada.

Para Bia, o calendário eleitoral não deve servir de justificativa para reduzir a rotina de funcionamento do Parlamento. A deputada defendeu a manutenção dos dias e horários já conhecidos pela população, especialmente para garantir que quem acompanha os trabalhos da Assembleia pela TV Alego e pelos demais canais institucionais continue tendo previsibilidade sobre a atuação dos parlamentares.