Segurança: deputada Bia propõe política de formação de gestores de trânsito e mobilidade em Goiás

Projeto de lei que institui a Política Estadual de Formação de Gestores Municipais de Trânsito e Mobilidade em Goiás foi apresentado pela deputada Bia de Lima (PT) nesta quinta-feira, 19. De acordo com a parlamentar, o objetivo é promover a qualificação dos profissionais responsáveis pela gestão do trânsito e da mobilidade nos municípios goianos.

Conforme a proposta, a formação dos gestores se dará pela Escola Pública de Trânsito do Estado de Goiás (EPT-GO), criada em 2019. O próprio órgão será responsável por desenvolver programas de capacitação, cursos de formação e atualização, seminários, workshops e demais atividades educacionais relacionadas à gestão de trânsito e mobilidade urbana.

“A nossa proposta de lei visa promover a melhoria da gestão de trânsito e mobilidades em todos os municípios goianos, garantindo a formação adequadas dos gestores responsáveis por essa área tão importante para a segurança e o bem-estar da população”, afirma Bia de Lima.

“A capacitação oferecida pela EPT-GO será fundamental para que os profissionais tenham o conhecimento e as habilidades necessárias para desempenhar suas funções de forma eficiente e eficaz. Além disso, o órgão poderá se tornar um centro de referência na área de trânsito e mobilidade, contribuindo para o desenvolvimento de políticas públicas mais eficazes e para a redução dos índices de acidentes de trânsito no estado”, completou ela.

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Para a parlamentar, militante da área da educação, a sanção é um grande avanço. “É uma alegria receber o convite do presidente Lula para participar deste momento, que é histórico. Sou presidente da Comissão de Educação da Assembleia Legislativa de Goiás e já estamos trabalhando não só para construir, mas também para garantir a implementação do PNE e do Plano Estadual de Educação de Goiás. Este documento é importante para todos os brasileiros”, afirmou a deputada.

“Esse programa aproxima os deputados e o Poder Legislativo das pessoas, dos municípios, trazendo demandas, ouvindo a população, levando benefícios e, principalmente, resultados, que é o que importa. A iniciativa já se tornou essencial para o nosso estado”, afirmou.

Ao discursar na tribuna, a deputada destacou que protocolou requerimento solicitando a realização de audiência pública para discutir a exploração de terras raras e outros recursos minerais no estado. “Precisamos aprofundar esse debate e reunir especialistas, representantes do poder público, setor produtivo e sociedade civil para discutir os impactos econômicos, sociais e ambientais da atividade mineradora em Goiás. É fundamental que o estado não repita um modelo histórico de exploração, em que riquezas naturais são retiradas sem que haja retorno efetivo para a população. Não podemos permitir que Goiás seja apenas um território de extração, onde se levam as riquezas e ficam os impactos, muitas vezes irreversíveis”, destacou.