Bia de Lima ressalta campanha “Não Bata, Eduque” e Lei Menino Bernardo que completa 12 anos no dia 26 de junho

A Lei n° 13.010, conhecida como Lei Menino Bernardo completa 12 anos nesta sexta-feira, 26 de junho. A legislação deu origem a campanha “Não Bata, Eduque”, defendida de forma contínua pela deputada estadual Bia de Lima (PT), sob a perspectiva da educação familiar para a criação de crianças saudáveis e sem traumas, contudo, parâmetros nos ambientes de convivência, com regras a serem seguidas e a construção de limites.

“As pessoas precisam entender que educar um filho não é espancar, especialmente, em razão das educações anteriores. Essa é a nova dinâmica de educar, sem bater, mas isso inclui também a construção de limites, para que não cresçam crianças sem parâmetros e regras. As escolas estão sofrendo muito com isso. Em muitos desses casos de ataques e violências nas escolas, o histórico das pessoas envolve questões dessa natureza”, aponta Bia de Lima.

“Coloco-me pronta na campanha contínua do ‘Não Bata, Eduque’. Também coloco o nosso mandato a serviço deste trabalho, para que tenhamos crianças formadas em sua plenitude, sem traumas e sequelas, além de colocarmos essa pauta em discussão sempre que possível, somando esforços num caminho único de qualificar e mostra a importância da educação sem violência”, completou a deputada.

A lei nasceu da comoção provocada pela história de Bernardo Boldrini, menino de 11 anos brutalmente assassinado no Rio Grande do Sul, e estabeleceu de forma clara que crianças e adolescentes têm o direito de ser educados sem o uso de castigos físicos ou tratamentos cruéis e degradantes.

“Ao completar 12 anos, a lei segue atual e necessária. Em um país onde milhares de crianças ainda sofrem violência dentro de casa, é fundamental fortalecer políticas públicas de proteção, ampliar campanhas de conscientização e garantir que famílias tenham acesso a informações e apoio para uma educação baseada no afeto e no respeito”, reforça a parlamentar.

Ao longo de sua vida pública, marcada pela defesa da educação, dos direitos humanos e da proteção social, Bia tem atuado de forma permanente na promoção de políticas voltadas à infância e à adolescência. O mandato tem sido um espaço de defesa dos direitos das crianças, do fortalecimento da rede de proteção e do combate a todas as formas de violência que atingem meninos e meninas.

Nesse contexto, a parlamentar reforça a relevância da campanha “Não Bata, Eduque”, que há anos mobiliza educadores, famílias, organizações da sociedade civil e agentes públicos em torno de uma mensagem simples, mas poderosa: a violência não educa. Pelo contrário, deixa marcas profundas que podem acompanhar uma criança por toda a vida.

“Defender a Lei Menino Bernardo é defender uma infância protegida, respeitada e livre da violência. É reconhecer crianças e adolescentes como sujeitos de direitos e reafirmar o compromisso da sociedade com seu desenvolvimento pleno”, conclui a deputada.

Para Bia de Lima, prestar contas é uma obrigação de quem exerce um mandato popular. "Cada emenda representa uma responsabilidade assumida com a população. Nosso mandato nasceu da Educação, mas trabalha todos os dias para reforçar a Saúde, a Agricultura Familiar e tantas outras áreas que fazem diferença na vida das pessoas. Seguiremos dialogando com os municípios e transformando as demandas da população em investimentos concretos."

A deputada estadual Bia de Lima (PT) participou, na manhã desta sexta-feira, 3 de julho, da 55ª edição do programa Deputados Aqui, realizada em Quirinópolis. Última edição antes da suspensão das atividades externas da Assembleia Legislativa de Goiás (Alego) em razão do calendário eleitoral, o evento reuniu parlamentares, autoridades locais e moradores da região para aproximar o Parlamento da população.

A deputada estadual Bia de Lima (PT) apresentou requerimento na Assembleia Legislativa de Goiás, no último dia 23/06, solicitando ao governador Daniel Vilela e ao secretário estadual de Saúde, Rasível dos Reis Santos Júnior, a criação do Hospital Estadual da Estrada de Ferro, com sede no município de Silvânia. A proposta busca ampliar o acesso à saúde pública para uma região que reúne mais de 100 mil habitantes e enfrenta dificuldades históricas para obter atendimento hospitalar especializado.