Em sessão, Bia de Lima solicita ao Ipasgo disponibilização de DIU e cobertura do procedimento para beneficiárias

“Eu tomei conhecimento de que o Ipasgo não está oferecendo o DIU para ser instalado nas mulheres. É preciso que o plano de saúde atenda completamente às usuárias, principalmente, quando se trata da saúde das mulheres. Eu entendo que isso é um baita atraso”, afirmou Bia.

A deputada estadual Bia de Lima (PT) apresentou nesta terça-feira (23/06), requerimento em sessão ordinária da Assembleia Legislativa de Goiás (Alego) solicitando ao presidente do Ipasgo Saúde, Bruno Magalhães D’Abadia, a disponibilização do Dispositivo Intrauterino (DIU) pelo convênio. Além disso, a parlamentar cobra a cobertura do procedimento de implantação para as beneficiárias do plano.

Segundo Bia, o DIU é um método contraceptivo seguro, eficaz e amplamente recomendado por profissionais da saúde. O procedimento é uma importante ferramenta para garantir o planejamento familiar e os direitos reprodutivos das mulheres.

“Eu tomei conhecimento de que o Ipasgo não está oferecendo o DIU para ser instalado nas mulheres. É preciso que o plano de saúde atenda completamente às usuárias, principalmente, quando se trata da saúde das mulheres. Eu entendo que isso é um baita atraso”, afirmou Bia.

No requerimento, a deputada destaca que o próprio Ipasgo já oferece procedimentos relacionados ao planejamento familiar, como a vasectomia, e defende que as mulheres também tenham acesso a métodos contraceptivos eficazes por meio do plano de saúde. A parlamentar ainda informou que pretende dialogar diretamente com a presidência do Ipasgo para buscar uma solução para a demanda e ampliar o atendimento às beneficiárias.

“Esse é um pedido que faço diretamente ao presidente Bruno D’Abadia. Queremos buscar um atendimento imediato para as mulheres que dependem do Ipasgo”, ressaltou.

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“Gosta-se muito de propalar as estatísticas dizendo que o Estado de Goiás é um dos mais seguros do Brasil e eu venho questionando se este Estado é seguro para nós mulheres. Não é. É como se nós fôssemos números e não pessoas, não cidadãs”, afirmou ela.