Saúde: deputada Bia de Lima quer atendimento humanizado e direito a acompanhante para pacientes em UTIs e CTIs

A propositura busca a promoção de um ambiente de acolhimento para os envolvidos, de modo a oferecer amparo e apoio em um momento de grande fragilidade.

A deputada estadual Bia de Lima (PT) apresentou nesta quarta-feira, 19, o projeto de lei que cria do Programa de Atenção Humanizada nas Unidades de Terapia Intensiva (UTI) e no Centros de Terapia Intensiva (CTIs) no âmbito do estado de Goiás. O objetivo é oferecer apoio emocional e informativo aos familiares dos pacientes; estabelecer um canal de comunicação hábil e elucidativo a respeito da condição do paciente; capacitação das esquipes; criação de ambientes receptivos; incentivo à participação ativa dos pacientes na tomada de decisões sobre o tratamento e, por fim, a implementação de práticas de comunicação eficaz entre a equipe médica e os pacientes, de forma a garantir que se sintam ouvidos e compreendidos.

Outro ponto importante destacado pelo projeto é o direito a acompanhante nas dependências das UTIs e CTIs. Neste caso, o acompanhante deve seguir as condições adequadas de permanência estabelecidas pelas unidades de saúde.

“O quadro clínico de um indivíduo pode exigir diferentes níveis de cuidado. Em vista de delicadas circunstâncias que envolvem a internação de um paciente em uma UTI ou CTI, é essencial o oferecimento de um atendimento humanizado para o enfermo e também para os familiares”, diz a deputada.

“A propositura busca a promoção de um ambiente de acolhimento para os envolvidos, de modo a oferecer amparo e apoio em um momento de grande fragilidade. Acredito que o estabelecimento de uma rede de apoio com um canal informativo efetivo entre familiares e profissionais, bem como a garantia de acompanhamento dos pacientes, é fundamental para o tratamento e restabelecimento dos mesmos”, completou a parlamentar.

Conforme a propositura, as unidades hospitalares públicas, filantrópicas e privadas conveniadas ao Sistema Único de Saúde (SUS) deverão oferecer atendimento multidisciplinar tanto nas UTIs, quanto nos CTIs adulto, pediátrico e neonatal, dispondo de profissionais de fisioterapia e psicólogos na equipe de atendimento; além de adotarem como protocolo de higienização o atendimento de enfermeiros homens para pacientes do sexo masculino e de enfermeiras mulheres para aquelas do sexo feminino.

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“As pessoas precisam entender que educar um filho não é espancar, especialmente, em razão das educações anteriores. Essa é a nova dinâmica de educar, sem bater, mas isso inclui também a construção de limites, para que não cresçam crianças sem parâmetros e regras. As escolas estão sofrendo muito com isso. Em muitos desses casos de ataques e violências nas escolas, o histórico das pessoas envolve questões dessa natureza”, aponta Bia de Lima.

A iniciativa tem como objetivo reconhecer a trajetória de um dos cursos mais importantes do Sudoeste goiano, responsável pela formação de gerações de educadores e educadoras que atuam na rede pública e privada de ensino. Além disso, a instituição é responsável por contribuir para o fortalecimento da pesquisa, da extensão universitária e da produção de conhecimento na área educacional.

O foco da discussão foi a situação da Mineradora Serra Verde, localizada em Minaçu, no Norte goiano. O empreendimento é considerado a primeira operação comercial de terras raras do Brasil e tem sido alvo de preocupação após apontamentos de órgãos ambientais sobre possíveis impactos em córregos da região, falhas no monitoramento da água e irregularidades relacionadas à atividade minerária.