Proteção: Bia de Lima propõe Protocolo Estadual de Prevenção e Resposta ao Rapto de Crianças

O objetivo é padronizar e agilizar as ações de segurança pública no combate ao rapto de crianças e garantir uma resposta eficaz e imediata a esse tipo de crime.

Projeto de lei apresentado pela deputada estadual Bia de Lima (PT) institui em Goiás o Protocolo Estadual de Prevenção e Resposta ao Rapto de Crianças, cujo objetivo é padronizar e agilizar as ações de segurança pública no combate ao rapto de crianças e garantir uma resposta eficaz e imediata a esse tipo de crime.

De acordo com a proposta, o Protocolo Estadual deverá ser executado de forma integrada entre a Polícia Militar, Polícia Civil, especialmente as Delegacias de Proteção à Criança e ao Adolescente; a Secretaria de Segurança Pública; o Conselho Tutelar e demais órgãos de proteção à criança e ao adolescente; o Poder Judiciário e Ministério Público do Estado de Goiás, em suas respectivas competências; e órgãos municipais de segurança e defesa social.

Para assegurar a comunicação imediata com a população, o PL prevê que o Protocolo Estadual de Prevenção e Resposta ao Rapto de Crianças deverá veicular alertas em emissoras de rádio e televisão, aplicativos e redes sociais, com informações sobre crianças desaparecidas; divulgar cartazes com fotos e informações de crianças raptadas em locais públicos estratégicos; integrar os sistemas de comunicação interestadual e nacional para a rápida troca de informações com outras unidades da Federação.

Além do Protocolo, o projeto de lei da deputada Bia de Lima estabelece também o dia 25 de maio como o Dia Estadual de Combate ao Rapto de Crianças, com a finalidade de conscientizar a população sobre a prevenção e o combate a esse crime que tanto abala e gera grande comoção social e, principalmente, consequências devastadoras para as famílias e para as próprias vítimas e, segundo Bia, “a celeridade e a precisão no processo de notificação, investigação e localização da criança raptada são fundamentais para o sucesso de qualquer ação de resposta a esse tipo de crime”.

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“As pessoas precisam entender que educar um filho não é espancar, especialmente, em razão das educações anteriores. Essa é a nova dinâmica de educar, sem bater, mas isso inclui também a construção de limites, para que não cresçam crianças sem parâmetros e regras. As escolas estão sofrendo muito com isso. Em muitos desses casos de ataques e violências nas escolas, o histórico das pessoas envolve questões dessa natureza”, aponta Bia de Lima.

A iniciativa tem como objetivo reconhecer a trajetória de um dos cursos mais importantes do Sudoeste goiano, responsável pela formação de gerações de educadores e educadoras que atuam na rede pública e privada de ensino. Além disso, a instituição é responsável por contribuir para o fortalecimento da pesquisa, da extensão universitária e da produção de conhecimento na área educacional.

O foco da discussão foi a situação da Mineradora Serra Verde, localizada em Minaçu, no Norte goiano. O empreendimento é considerado a primeira operação comercial de terras raras do Brasil e tem sido alvo de preocupação após apontamentos de órgãos ambientais sobre possíveis impactos em córregos da região, falhas no monitoramento da água e irregularidades relacionadas à atividade minerária.