“Precisamos por fim ao confisco de 14.25%”, afirma deputada Bia de Lima durante ato em defesa dos aposentados de GO

A deputada estadual Bia de Lima (PT) voltou a se manifestar a favor dos aposentados do serviço público de Goiás, que têm descontados 14.25% dos salários desde 2020. Segundo ela, a cobrança é um “confisco” e deixa as pessoas em sofrimento.

A deputada estadual Bia de Lima (PT) voltou a se manifestar a favor dos aposentados do serviço público de Goiás, que têm descontados 14.25% dos salários desde 2020. Segundo ela, a cobrança é um “confisco” e deixa as pessoas em sofrimento.

Durante ato em defesa da “Previdência Pública”, realizado nesta quinta-feira (22/1), a parlamentar reforçou que esta é uma das principais lutas de seu mandato e não haverá descanso, enquanto o desconto não for derrubado.

“Lutamos pelo fim do desconto de 14,25% nos vencimentos dos aposentados que foi imposto pelo Governo do estado ainda em 2020. Agora, a nossa esperança é pela votação, no Supremo Tribunal Federal (STF), da revisão das alíquotas progressivas, e pela anulação da mudança na Reforma da Previdência que prejudica aposentados com doenças graves, já que não podemos contar com o governador Ronaldo Caiado. Ele tem promovido o sofrimento destas pessoas há anos”, afirmou Bia.

O ato teve a participação de aposentados de todo o estado, trabalhadores, dirigentes sindicais e lideranças políticas, na Praça do Bandeirante, em Goiânia. A data da manifestação faz alusão ao Dia do Aposentado, que é comemorado no dia 24 de janeiro, e os 103 anos da Previdência Social no Brasil.

“As pessoas precisam entender que educar um filho não é espancar, especialmente, em razão das educações anteriores. Essa é a nova dinâmica de educar, sem bater, mas isso inclui também a construção de limites, para que não cresçam crianças sem parâmetros e regras. As escolas estão sofrendo muito com isso. Em muitos desses casos de ataques e violências nas escolas, o histórico das pessoas envolve questões dessa natureza”, aponta Bia de Lima.

A iniciativa tem como objetivo reconhecer a trajetória de um dos cursos mais importantes do Sudoeste goiano, responsável pela formação de gerações de educadores e educadoras que atuam na rede pública e privada de ensino. Além disso, a instituição é responsável por contribuir para o fortalecimento da pesquisa, da extensão universitária e da produção de conhecimento na área educacional.

O foco da discussão foi a situação da Mineradora Serra Verde, localizada em Minaçu, no Norte goiano. O empreendimento é considerado a primeira operação comercial de terras raras do Brasil e tem sido alvo de preocupação após apontamentos de órgãos ambientais sobre possíveis impactos em córregos da região, falhas no monitoramento da água e irregularidades relacionadas à atividade minerária.