Mobilidade: Bia de Lima solicita remanejamento de retorno na Rodovia dos Romeiros

A deputada Bia de Lima (PT) solicitou o remanejamento do retorno da via, situado próximo à fábrica da Coca-Cola, para as imediações da saída do setor Jardins do Cerrado

Alegando a segurança e o bem-estar da população do bairro Jardins do Cerrado, bem como de todos os cidadãos que utilizam o acesso da região à GO-060, também conhecida como Rodovia dos Romeiros, a deputada Bia de Lima (PT) solicitou o remanejamento do retorno da via, situado próximo à fábrica da Coca-Cola, para as imediações da saída do setor.

O documento deve ser entregue ao presidente da Agência Goiana de Infraestrutura e Transportes (Goinfra), Lucas Vissoto.

Bia de Lima destaca a responsabilidade do poder público em assegurar a integridade física de quem trafega na região, além do bem-estar da comunidade. “O acesso existente atualmente localiza-se antes da saída do bairro, ao passo que a via marginal é interditada. A dificuldade de acesso deriva, pois, do fato do único acesso para os bairros do Trindade Leste ou para as cidades na direção de Santa Bárbara, Nazário e outros, estar a cerca de 3 km, próximo ao posto da Polícia Rodoviária Estadual”, conclui a deputada.

Na ocasião, a deputada reforçou seu voto favorável ao fim da "taxa do agro", aprovada em definitivo, e cobrou do governo de Ronaldo Caiado (UB) que envie à Casa uma medida para extinguir o desconto aplicado aos servidores públicos aposentados de Goiás, cumprindo assim uma promessa feita há anos.

Ao discursar na solenidade, Bia de Lima ressaltou que a democracia no Brasil só será efetivamente garantida quando mais mulheres ocuparem espaços de poder. A parlamentar chamou a atenção para o número de casos relacionados à violência contra as mulheres e ressaltou que é preciso “se indignar e dizer não a todos os tipos de violência”.

“Estamos utilizando essa dinâmica da pedalada como mecanismo para atrair mais pessoas e colocar fim a toda violência praticada contra as mulheres. Goiás, infelizmente, é um estado que mata, agride, violenta e estupra mulheres. Nós precisamos nos indignar, não dá para normatizar os números que são estarrecedores”, afirmou a deputada.