Inclusão social: Bia quer licenciamento ambiental para cooperativas de recicláveis simplificado

A deputada estadual Bia de Lima (PT) solicitou, por meio de requerimento encaminhada ao Secretária de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Semad), Andréa Vulcanis, a simplificação do licenciamento ambiental das cooperativas de catadores de materiais recicláveis e dos diversos atores envolvidos na economia circular para a promoção da sustentabilidade ambiental e da gestão adequada dos resíduos sólidos.

A solicitação inclui ainda análise prioritária, flexibilização de requisitos, integração de órgãos envolvidos no licenciamento, redução das taxas e regularização simplificada das cooperativas que estejam em processo de formalização ou regularização junto aos órgãos competentes.

“A promoção de ações que facilitem o licenciamento ambiental para esses atores contribuirá para o fortalecimento das atividades de reciclagem e reaproveitamento, diminuindo a quantidade de resíduos destinados a aterros sanitários e, por consequência, mitigando impactos ambientais negativos. Além disso, a medida também está em sintonia com a necessidade de inclusão social e valorização dos catadores de materiais recicláveis, que desempenham papel relevante na cadeia produtiva da reciclagem”, declara a deputada.

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“As pessoas precisam entender que educar um filho não é espancar, especialmente, em razão das educações anteriores. Essa é a nova dinâmica de educar, sem bater, mas isso inclui também a construção de limites, para que não cresçam crianças sem parâmetros e regras. As escolas estão sofrendo muito com isso. Em muitos desses casos de ataques e violências nas escolas, o histórico das pessoas envolve questões dessa natureza”, aponta Bia de Lima.

A iniciativa tem como objetivo reconhecer a trajetória de um dos cursos mais importantes do Sudoeste goiano, responsável pela formação de gerações de educadores e educadoras que atuam na rede pública e privada de ensino. Além disso, a instituição é responsável por contribuir para o fortalecimento da pesquisa, da extensão universitária e da produção de conhecimento na área educacional.

O foco da discussão foi a situação da Mineradora Serra Verde, localizada em Minaçu, no Norte goiano. O empreendimento é considerado a primeira operação comercial de terras raras do Brasil e tem sido alvo de preocupação após apontamentos de órgãos ambientais sobre possíveis impactos em córregos da região, falhas no monitoramento da água e irregularidades relacionadas à atividade minerária.