Entrevista – Lei da deputada Bia de Lima institui a Campanha Estadual “Rede de Proteção: Diga não ao Abuso Infantil” em Goiás

A lei cria uma ação permanente de combate ao abuso infantil, com foco na prevenção, na conscientização da sociedade e no cuidado humanizado às crianças e adolescentes vítimas de violência. A iniciativa reforça o compromisso do mandato com a proteção da infância e o fortalecimento das redes de proteção em todo o estado.

Nesta semana, a deputada estadual Bia de Lima concedeu entrevista à Rádio BandNews para falar sobre a lei de sua autoria que foi sancionada e institui a Campanha Estadual “Rede de Proteção: Diga não ao Abuso Infantil” em Goiás.

A lei cria uma ação permanente de combate ao abuso infantil, com foco na prevenção, na conscientização da sociedade e no cuidado humanizado às crianças e adolescentes vítimas de violência. A iniciativa reforça o compromisso do mandato com a proteção da infância e o fortalecimento das redes de proteção em todo o estado.

Confira:

“As pessoas precisam entender que educar um filho não é espancar, especialmente, em razão das educações anteriores. Essa é a nova dinâmica de educar, sem bater, mas isso inclui também a construção de limites, para que não cresçam crianças sem parâmetros e regras. As escolas estão sofrendo muito com isso. Em muitos desses casos de ataques e violências nas escolas, o histórico das pessoas envolve questões dessa natureza”, aponta Bia de Lima.

A iniciativa tem como objetivo reconhecer a trajetória de um dos cursos mais importantes do Sudoeste goiano, responsável pela formação de gerações de educadores e educadoras que atuam na rede pública e privada de ensino. Além disso, a instituição é responsável por contribuir para o fortalecimento da pesquisa, da extensão universitária e da produção de conhecimento na área educacional.

O foco da discussão foi a situação da Mineradora Serra Verde, localizada em Minaçu, no Norte goiano. O empreendimento é considerado a primeira operação comercial de terras raras do Brasil e tem sido alvo de preocupação após apontamentos de órgãos ambientais sobre possíveis impactos em córregos da região, falhas no monitoramento da água e irregularidades relacionadas à atividade minerária.