Em Jataí, Bia de Lima participa da assinatura da ordem de serviço da Policlínica e reforça compromisso com a saúde pública

“A saúde precisa chegar aonde o povo está. A Policlínica em Jataí significa mais dignidade, menos deslocamentos e mais agilidade no atendimento. É uma conquista para toda a região Sudoeste”, afirmou a deputada.

A deputada estadual Bia de Lima (PT) participou hoje (23), em Jataí, da solenidade de assinatura da ordem de serviço para a construção da Policlínica do município, reforçando seu compromisso com o fortalecimento da saúde pública no Sudoeste goiano.

A obra representa um avanço estratégico para o Sudoeste goiano, ampliando o acesso da população a consultas, exames e procedimentos de média complexidade pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Durante a solenidade, que reuniu autoridades estaduais e municipais, Bia destacou que a implantação da unidade atende a uma demanda histórica da região e contribui para descentralizar os serviços especializados.

“A implantação da Policlínica é uma conquista coletiva. Estamos falando de mais acesso, mais resolutividade e mais cuidado com as pessoas. É assim que defendemos o SUS: com investimentos concretos e presença do Estado no interior”, afirmou.

A parlamentar também ressaltou que tem atuado de forma articulada para garantir novos investimentos em Jataí. Ela lembrou que, recentemente, participou da visita do ministro da Educação ao município, ocasião em que foram anunciados aportes para a área educacional, reforçando que saúde, educação e infraestrutura caminham juntas no desenvolvimento regional.

Ao encerrar sua participação, a deputada reafirmou que acompanhará de perto o andamento da construção da Policlínica, cobrando celeridade e qualidade na execução do projeto. A nova unidade deverá beneficiar não apenas moradores de Jataí, mas também de municípios vizinhos, consolidando o município como polo regional de saúde.

“Nosso mandato trabalha para garantir dignidade às pessoas. Investir na saúde pública é investir diretamente na qualidade de vida da população”, concluiu.

“As pessoas precisam entender que educar um filho não é espancar, especialmente, em razão das educações anteriores. Essa é a nova dinâmica de educar, sem bater, mas isso inclui também a construção de limites, para que não cresçam crianças sem parâmetros e regras. As escolas estão sofrendo muito com isso. Em muitos desses casos de ataques e violências nas escolas, o histórico das pessoas envolve questões dessa natureza”, aponta Bia de Lima.

A iniciativa tem como objetivo reconhecer a trajetória de um dos cursos mais importantes do Sudoeste goiano, responsável pela formação de gerações de educadores e educadoras que atuam na rede pública e privada de ensino. Além disso, a instituição é responsável por contribuir para o fortalecimento da pesquisa, da extensão universitária e da produção de conhecimento na área educacional.

O foco da discussão foi a situação da Mineradora Serra Verde, localizada em Minaçu, no Norte goiano. O empreendimento é considerado a primeira operação comercial de terras raras do Brasil e tem sido alvo de preocupação após apontamentos de órgãos ambientais sobre possíveis impactos em córregos da região, falhas no monitoramento da água e irregularidades relacionadas à atividade minerária.