“Elas para Elas”: Bia de Lima participa de audiência pública sobre formação da mulher para o mundo do trabalho, em Ceres

Na ocasião, a parlamentar reforçou a importância das mulheres acreditarem no próprio potencial, se qualificarem, acreditarem nos sonhos e desejos delas mesmas, investindo sempre nos estudos.

A deputada Bia de Lima (PT) participou na tarde desta segunda-feira, 25, da audiência pública “Elas para Elas: da formação ao mundo do trabalho”, realizada no Instituto Federal Goiás (IF Goiano), na cidade de Ceres.

Na ocasião, a parlamentar reforçou a importância das mulheres acreditarem no próprio potencial, se qualificarem, acreditarem nos sonhos e desejos delas mesmas, investindo sempre nos estudos.

“Não deposite seu sonho nos outros, aposte em você. O resultado será muito melhor. Aposte, estude, tenha coragem. Você já é uma mulher muito corajosa, que não se curva, não teme, vai à luta todos os dias. É por isso que nós vamos todos os dias, com a nossa persistência, a nossa capacidade e o encorajamento de sempre, rompendo os machismos, as dificuldades, as barreiras, os conflitos”, afirmou Bia de Lima.

A deputada também ressaltou a importância da denúncia de qualquer tipo de violência e a união entre mulheres, para que não se sintam desamparadas e consigam caminhar juntas, em busca das conquistas desejadas.

“Não vamos aceitar caladas, não vamos aceitar nenhum tipo de violência ou agressão. Procure, fale e vamos cada vez mais uma segurando as mãos das outras, para que a gente possa efetivamente conquistar os tempos que nós esperamos. Em que cada uma de nós tenha direito a uma vida digna, tenha a profissão que deseja, tenha condições de viver com dignidade, com valorização, para ser feliz, para ser respeitada, para poder dizer: eu tenho a vida que eu sonhei para mim. E, para isso, eu tenho certeza que todos e todas aqui estão cada vez mais preparados para esses desafios”, completou a parlamentar.

Também compuseram a mesa da audiência a vereadora de Ceres, Elian Oliveira; a pró-reitora de Ensino do IF Goiano de Ceres, Geísa D’ávila; as companheiras: Maísa Alves, Priscilla Rayanne e Silva Noll.

“As pessoas precisam entender que educar um filho não é espancar, especialmente, em razão das educações anteriores. Essa é a nova dinâmica de educar, sem bater, mas isso inclui também a construção de limites, para que não cresçam crianças sem parâmetros e regras. As escolas estão sofrendo muito com isso. Em muitos desses casos de ataques e violências nas escolas, o histórico das pessoas envolve questões dessa natureza”, aponta Bia de Lima.

A iniciativa tem como objetivo reconhecer a trajetória de um dos cursos mais importantes do Sudoeste goiano, responsável pela formação de gerações de educadores e educadoras que atuam na rede pública e privada de ensino. Além disso, a instituição é responsável por contribuir para o fortalecimento da pesquisa, da extensão universitária e da produção de conhecimento na área educacional.

O foco da discussão foi a situação da Mineradora Serra Verde, localizada em Minaçu, no Norte goiano. O empreendimento é considerado a primeira operação comercial de terras raras do Brasil e tem sido alvo de preocupação após apontamentos de órgãos ambientais sobre possíveis impactos em córregos da região, falhas no monitoramento da água e irregularidades relacionadas à atividade minerária.