Fortalecimento: Projeto que amplia o Fórum Estadual de Educação é aprovado na Alego

Foi aprovado nesta quarta-feira (30/8), em segunda votação e por unanimidade, o projeto de lei da deputada estadual Bia de Lima (PT), que amplia a composição do Fórum Estadual de Educação de Goiás. A matéria segue para sanção governamental.

Bia de Lima celebrou a aprovação da proposta ressaltando sua importância para o debate educacional em Goiás. “Estávamos aguardando a aprovação desta matéria. O projeto era bastante esperado por diversas entidades da Educação, tanto do ensino superior, como do ensino infantil, que agora farão parte efetivamente deste espaço de debate [Fórum Estadual de Educação], que é também de compartilhamento de ideias”, ressaltou a deputada.

De acordo com a proposta da parlamentar, o número de membros do FEE/GO passa de 12 para 26. Com isso, além das já representadas, o órgão passa a contar com um representante de outras entidades, como a União Estadual dos Estudantes (UEE), União Goiana dos Estudantes Secundaristas (UGES), Universidade Estadual de Goiás (UEG), Universidade Federal de Goiás (UFG), Pontifícia Universidade Católica de Goiás (PUC Goiás), Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Educação (ANPED), Regional de Goiás, Secretaria de Estado de Ciência e Tecnologia, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Goiás (IFG), Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Goiano (IF Goiano), da Associação Nacional de Formação de Professores (Anfope), Fórum Goiano de Educação de Jovens e Adultos, Fórum Goiano de Educação Infantil, Associação Nacional de Política e Administração da Educação (ANPAE) e Sindicato dos Docentes das Universidades Federais de Goiás (ADUFG).

A proposta altera também o tempo de mandato da presidência do órgão, que passa a ser de dois anos, com possibilidade de uma reeleição.

“As pessoas precisam entender que educar um filho não é espancar, especialmente, em razão das educações anteriores. Essa é a nova dinâmica de educar, sem bater, mas isso inclui também a construção de limites, para que não cresçam crianças sem parâmetros e regras. As escolas estão sofrendo muito com isso. Em muitos desses casos de ataques e violências nas escolas, o histórico das pessoas envolve questões dessa natureza”, aponta Bia de Lima.

A iniciativa tem como objetivo reconhecer a trajetória de um dos cursos mais importantes do Sudoeste goiano, responsável pela formação de gerações de educadores e educadoras que atuam na rede pública e privada de ensino. Além disso, a instituição é responsável por contribuir para o fortalecimento da pesquisa, da extensão universitária e da produção de conhecimento na área educacional.

O foco da discussão foi a situação da Mineradora Serra Verde, localizada em Minaçu, no Norte goiano. O empreendimento é considerado a primeira operação comercial de terras raras do Brasil e tem sido alvo de preocupação após apontamentos de órgãos ambientais sobre possíveis impactos em córregos da região, falhas no monitoramento da água e irregularidades relacionadas à atividade minerária.