Dia Internacional da Pessoa com Deficiência: inclusão avança com a atuação de Bia de Lima

Ao liderar essas ações, a deputada Bia de Lima reafirma que inclusão é compromisso diário, que se concretiza com políticas públicas, legislação eficaz e participação ativa do poder público. Segundo ela, Goiás está dando passos firmes para ser um estado verdadeiramente acessível, onde cada pessoa tenha seu lugar garantido.

O Dia Internacional da Pessoa com Deficiência, celebrado em 3 de dezembro, é uma data para reafirmarmos a importância da inclusão, da acessibilidade e da construção de uma sociedade que respeita todas as formas de existência. Em Goiás, esse compromisso tem sido fortalecido por iniciativas da deputada estadual Bia de Lima, autora de leis e projetos que ampliam direitos e garantias para pessoas com deficiência e pessoas neurodivergentes.

Um dos avanços recentes é a Lei nº 22.706/2024, de autoria da deputada, que atualiza a legislação do Dia Estadual de Conscientização do Autismo. A nova redação incentiva a realização de atividades educativas nas escolas públicas estaduais, além de campanhas de comunicação, distribuição de materiais informativos e ações formativas que promovem a compreensão do autismo. A medida fortalece o respeito à diversidade e contribui para combater preconceitos e barreiras sociais.

Outro avanço de destaque é a Lei nº 22.670/2024, também apresentada pela parlamentar, que determina a obrigatoriedade de legendas em conteúdos audiovisuais produzidos para a internet em Goiás. A medida reforça a acessibilidade para pessoas com deficiência auditiva, garantindo padrões técnicos apropriados e ampliando a inclusão no ambiente digital. Além das leis já sancionadas, Bia de Lima também apresentou dois Projetos de Lei fundamentais:

O primeiro é o Projeto de Lei que altera o Capítulo V da Lei nº 19.587/2017, criando as seções “Das Pessoas com Deficiência” e “Dos Neurodivergentes”. Entre seus principais avanços, está a reserva mínima de 5% das vagas em concursos públicos para candidatos PCD e pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA), sempre que o certame oferecer 20 vagas ou mais. O PL também assegura adaptações razoáveis, laudos atualizados, concorrência simultânea à ampla concorrência e prioridade na escolha de lotação.

O segundo é o Projeto de Lei que institui a Política Estadual de Fomento à Cadeia Produtiva da Inclusão, iniciativa que busca estimular cooperativas, negócios sociais e empreendimentos que promovam trabalho e renda para pessoas com deficiência. A proposta incentiva inovação em tecnologias assistivas, criação de redes de fornecedores inclusivos, feiras e eventos de comercialização, além de linhas de crédito específicas e prioridades em compras governamentais.

Ao liderar essas ações, a deputada Bia de Lima reafirma que inclusão é compromisso diário, que se concretiza com políticas públicas, legislação eficaz e participação ativa do poder público. Segundo ela, Goiás está dando passos firmes para ser um estado verdadeiramente acessível, onde cada pessoa tenha seu lugar garantido.

“As pessoas precisam entender que educar um filho não é espancar, especialmente, em razão das educações anteriores. Essa é a nova dinâmica de educar, sem bater, mas isso inclui também a construção de limites, para que não cresçam crianças sem parâmetros e regras. As escolas estão sofrendo muito com isso. Em muitos desses casos de ataques e violências nas escolas, o histórico das pessoas envolve questões dessa natureza”, aponta Bia de Lima.

A iniciativa tem como objetivo reconhecer a trajetória de um dos cursos mais importantes do Sudoeste goiano, responsável pela formação de gerações de educadores e educadoras que atuam na rede pública e privada de ensino. Além disso, a instituição é responsável por contribuir para o fortalecimento da pesquisa, da extensão universitária e da produção de conhecimento na área educacional.

O foco da discussão foi a situação da Mineradora Serra Verde, localizada em Minaçu, no Norte goiano. O empreendimento é considerado a primeira operação comercial de terras raras do Brasil e tem sido alvo de preocupação após apontamentos de órgãos ambientais sobre possíveis impactos em córregos da região, falhas no monitoramento da água e irregularidades relacionadas à atividade minerária.