Cultura: Bia de Lima quer inclusão do Salão Nacional de Artes de Jataí no calendário cultural goiano

O salão é realizado anualmente na segunda semana do mês de setembro, atraindo um público diversificado.

Na semana em que Jataí comemora 129 anos, a deputada estadual Bia de Lima (PT) apresentou projeto de lei para que o Salão Nacional de Artes de Jataí seja incluído no calendário cívico, cultural e turístico do Estado de Goiás.

Em sua justificativa, a parlamentar argumentou que o evento, criado há 50 anos, é de grande relevância para a promoção e valorização da arte contemporânea em todo o estado.

“A inclusão do Salão Nobre de Artes de Jataí no calendário cívico, cultural e turístico de Goiás é um reconhecimento à importância do evento, além de contribui para a valorização da produção artística e cultural de nossa região”, aponta Bia de Lima.

O salão é realizado anualmente na segunda semana do mês de setembro, atraindo um público diversificado. Segundo a deputada, a medida fortalece a identidade cultural da cidade e de todo o estado, promovendo também a integração e a cooperação entre artistas, instituições culturais e comunidade em geral.

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Na ocasião, a deputada reforçou seu voto favorável ao fim da "taxa do agro", aprovada em definitivo, e cobrou do governo de Ronaldo Caiado (UB) que envie à Casa uma medida para extinguir o desconto aplicado aos servidores públicos aposentados de Goiás, cumprindo assim uma promessa feita há anos.

Ao discursar na solenidade, Bia de Lima ressaltou que a democracia no Brasil só será efetivamente garantida quando mais mulheres ocuparem espaços de poder. A parlamentar chamou a atenção para o número de casos relacionados à violência contra as mulheres e ressaltou que é preciso “se indignar e dizer não a todos os tipos de violência”.

“Estamos utilizando essa dinâmica da pedalada como mecanismo para atrair mais pessoas e colocar fim a toda violência praticada contra as mulheres. Goiás, infelizmente, é um estado que mata, agride, violenta e estupra mulheres. Nós precisamos nos indignar, não dá para normatizar os números que são estarrecedores”, afirmou a deputada.