Saúde: Bia de Lima cobra pagamento para servidores de maternidades municipais de Goiânia

Profissionais das maternidades municipais de Goiânia, Maternidade Dona Iris; Célia Câmara e Nascer Cidadão estão com pagamentos atrasados e passando dificuldades.

Em razão da crise de saúde vivida pela capital goiana, desde o final do ano de 2024, quando faltaram leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI), além de insumos básicos para atendimentos, os trabalhadores da área foram frontalmente afetados.

Profissionais das maternidades municipais de Goiânia, Maternidade Dona Iris; Célia Câmara e Nascer Cidadão estão com pagamentos atrasados e passando dificuldades em decorrência dos atrasos e do descompromisso da prefeitura do município em honrar com a quitação dos vencimentos dos profissionais.

Por isso, a deputada estadual Bia de Lima (PT) cobrou, por meio de requerimento apresentado nesta quarta-feira, 2, que os pagamentos sejam realizados corretamente. O documento deve ser entregue ao prefeito Sandro Mabel e ao Secretário Municipal de Saúde, Luiz Pellizzer.

“A dignidade da pessoa humana é elemento basilar da sociedade brasileira, constituindo um dos princípios fundamentais do Estado Democrático de Direito, consagrado pela Constituição Federal de 1988. Com efeito, o recebimento dos salários devidos em data pelo período trabalhado é imprescindível, à medida em que a própria subsistência do indivíduo na sociedade está atrelada à percepção de sua renda. O atraso salarial, contumaz ou expressivo, ofende a dignidade do trabalhador, que depende de seu salário para satisfazer suas necessidades básicas e as de seus dependentes”, afirmou a parlamentar.

Desta forma, ela pediu aos nobres pares a aprovação do requerimento.

“As pessoas precisam entender que educar um filho não é espancar, especialmente, em razão das educações anteriores. Essa é a nova dinâmica de educar, sem bater, mas isso inclui também a construção de limites, para que não cresçam crianças sem parâmetros e regras. As escolas estão sofrendo muito com isso. Em muitos desses casos de ataques e violências nas escolas, o histórico das pessoas envolve questões dessa natureza”, aponta Bia de Lima.

A iniciativa tem como objetivo reconhecer a trajetória de um dos cursos mais importantes do Sudoeste goiano, responsável pela formação de gerações de educadores e educadoras que atuam na rede pública e privada de ensino. Além disso, a instituição é responsável por contribuir para o fortalecimento da pesquisa, da extensão universitária e da produção de conhecimento na área educacional.

O foco da discussão foi a situação da Mineradora Serra Verde, localizada em Minaçu, no Norte goiano. O empreendimento é considerado a primeira operação comercial de terras raras do Brasil e tem sido alvo de preocupação após apontamentos de órgãos ambientais sobre possíveis impactos em córregos da região, falhas no monitoramento da água e irregularidades relacionadas à atividade minerária.