Aposentados: deputada Bia volta a cobrar retirada de contribuição previdenciária

A deputada Bia de Lima (PT) cobrou novamente que o Governo de Goiás retire dos vencimentos dos aposentados da Educação e de todo serviço público a taxa de 14.25% relativa à previdência.

A deputada Bia de Lima (PT) cobrou novamente que o Governo de Goiás retire dos vencimentos dos aposentados da Educação e de todo serviço público a taxa de 14.25% relativa à previdência. Segundo a parlamentar, a cobrança é um “confisco” no salário, além de ser um sofrimento para os contribuintes desde 2019, quando foi instituída.

“Durante todo o exercício do ano de 2023 assumimos a responsabilidade de cobrar do governo o fim desse sofrimento. Os aposentados que ganham abaixo do teto do INSS, que já contribuíram a vida inteira, não tinha porque o Estado garfar 14.25% dos seus vencimentos, até porque na hora de dar o reajuste na carreira, isso não acontece. Estive com o governador há cerca de duas semanas para cobrar essa pauta novamente. Não é possível mudar as regras depois do jogo jogado, essa é uma situação que deixa todo mundo contrariado”, afirma Bia de Lima.

“Conseguimos um avanço se tornaram isentos aqueles que ganham até R$ 3 mil, antes era apenas até o salário mínimo. Mas ainda assim estamos muito aquém do que a lei federal determina, que é para quem recebe menos que o teto do INSS, atualmente, cerca de R$ 7.128,00”, completou a deputada.

Bia ressaltou ainda que considera a cobrança indevida, já que os aposentados contribuíram durante uma vida inteira de trabalho. “Os aposentados não deveriam continuar contribuindo após a aposentadoria. Trabalhamos junto ao governo para tirar esse sofrimento das costas dos aposentados, mas também no Supremo Tribunal Federal (STF), onde espero que consigamos a resolução do problema. Esse é o dinheiro de pagar os remédios, de por comida na mesa, de viajar, até mesmo ajudar um neto, um filho a fazer uma faculdade. Então vamos trabalhar ardorosamente para finalizar esta questão”, finalizou.

“As pessoas precisam entender que educar um filho não é espancar, especialmente, em razão das educações anteriores. Essa é a nova dinâmica de educar, sem bater, mas isso inclui também a construção de limites, para que não cresçam crianças sem parâmetros e regras. As escolas estão sofrendo muito com isso. Em muitos desses casos de ataques e violências nas escolas, o histórico das pessoas envolve questões dessa natureza”, aponta Bia de Lima.

A iniciativa tem como objetivo reconhecer a trajetória de um dos cursos mais importantes do Sudoeste goiano, responsável pela formação de gerações de educadores e educadoras que atuam na rede pública e privada de ensino. Além disso, a instituição é responsável por contribuir para o fortalecimento da pesquisa, da extensão universitária e da produção de conhecimento na área educacional.

O foco da discussão foi a situação da Mineradora Serra Verde, localizada em Minaçu, no Norte goiano. O empreendimento é considerado a primeira operação comercial de terras raras do Brasil e tem sido alvo de preocupação após apontamentos de órgãos ambientais sobre possíveis impactos em córregos da região, falhas no monitoramento da água e irregularidades relacionadas à atividade minerária.