Cidadania: deputada Bia de Lima propõe estabelecer formação e apoio a pais e mães atípicas de Goiás

Além disso, o PL prevê capacitação aos pais e mães que tenham filhos com deficiências ou apresentem condições de saúde atípicas.

Instituir uma política estadual que ampare e dê suporte às mães e pais atípicos é um dos objetivos do projeto de lei apresentado pela deputada estadual Bia de Lima (PT), apresentado em sessão plenária da Assembleia Legislativa de Goiás. Além disso, o PL prevê capacitação aos pais e mães que tenham filhos com deficiências ou apresentem condições de saúde atípicas.

Para Bia, a política é fundamental para a educação de crianças com diferentes deficiências. “Essa política é de suma importância para assegurar que esses pais e mães recebam o suporte necessário para desempenharem seu papel da melhor forma possível, garantindo o bem-estar e a qualidade de vida de seus filhos”.

O projeto de Bia de Lima que institui a Política Estadual de Formação e Apoio de Pais e Mães Atípicas no Estado de Goiás tem como diretrizes a realização de cursos e workshops para os pais e mães sobre cuidados específicos e estratégias de manejo para crianças com condições especiais; treinamentos sobre direitos e acesso a serviços de saúde e educação para crianças atípicas; disponibilização de serviços de apoio psicológico e emocional, entre outros.

A propositura ainda traz o desenvolvimento e implementação de programas de capacitação; divulgação e acessibilidade dos serviços e programas oferecidos e o monitoramento para avaliar a efetividade dos programas, além de propor melhorias.

“Esta proposta é um passo importante para garantir que pais e mães atípicas no Estado de Goiás recebam o suporte e a capacitação necessários para enfrentar os desafios únicos que enfrentam, promovendo uma sociedade mais inclusiva e solidária”, completou a deputada Bia de Lima.

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“Esse programa aproxima os deputados e o Poder Legislativo das pessoas, dos municípios, trazendo demandas, ouvindo a população, levando benefícios e, principalmente, resultados, que é o que importa. A iniciativa já se tornou essencial para o nosso estado”, afirmou.

Ao discursar na tribuna, a deputada destacou que protocolou requerimento solicitando a realização de audiência pública para discutir a exploração de terras raras e outros recursos minerais no estado. “Precisamos aprofundar esse debate e reunir especialistas, representantes do poder público, setor produtivo e sociedade civil para discutir os impactos econômicos, sociais e ambientais da atividade mineradora em Goiás. É fundamental que o estado não repita um modelo histórico de exploração, em que riquezas naturais são retiradas sem que haja retorno efetivo para a população. Não podemos permitir que Goiás seja apenas um território de extração, onde se levam as riquezas e ficam os impactos, muitas vezes irreversíveis”, destacou.

Entre as pautas defendidas pela parlamentar em favor dos aposentados do serviço público, especialmente, os da Educação, categoria representada pela deputada, estão o reajuste do Piso do Magistério e data-base para Administrativos; a luta pelo fim do desconto de 14,25%; venda do hospital do servidor público; taxa de 30% dos dependentes do IPASGO e a mudança da natureza jurídica do IPASGO: valores inviáveis, dificuldade de conseguir exames e consultas com pagamentos indevidos.