Cerrado: Bia de Lima quer a utilização de plantas nativas em projetos de paisagismo e urbanização em Goiás

Segundo a parlamentar, a utilização de plantas nativas deverá ser aplicada em projetos de arborização pública, incluindo ruas, praças, parques e calçadas; jardins e paisagismo de áreas públicas, como edifícios públicos; projetos de recuperação ambiental e reflorestamento de áreas degradadas e ainda a implantação de espaços verdes urbanos e rurais, como hortas comunitárias e canteiros terapêuticos.

A deputada estadual Bia de Lima (PT) apresentou nesta terça-feira, 12, um projeto de lei que estabelece a prioridade de utilização de plantas nativas do cerrado em projeto paisagísticos, urbanísticos e de arborização feitos pelo Estado de Goiás.

Segundo a parlamentar, a utilização de plantas nativas deverá ser aplicada em projetos de arborização pública, incluindo ruas, praças, parques e calçadas; jardins e paisagismo de áreas públicas, como edifícios públicos; projetos de recuperação ambiental e reflorestamento de áreas degradadas e ainda a implantação de espaços verdes urbanos e rurais, como hortas comunitárias e canteiros terapêuticos.

De acordo com Bia, o Cerrado possui uma alta taxa de degradação, portanto, a vegetação nativa já não está presente em todo o território. “O Cerrado ocupa 22% do território nacional, sendo considerado o segundo maior bioma do país, além de alimentar três das maiores bacias hidrográficas do continente sul-americano. Contudo, a despeito de sua importância ecológica, nas últimas cinco décadas, mais de 46% da cobertura vegetal nativa do bioma foi suprimida, provocando a perda da biodiversidade, a diminuição da precipitação e o aumento da temperatura”, pontuou a deputada.

“É urgente a preservação do nosso bioma, razão pela qual apresentei o projeto de lei a fim de instituir a Polícia Estadual de Valorização das Espécies Vegetais Nativas do Cerrado, cujo escopo é a proteção das espécies nativas”, ressaltou a parlamentar.

Conforme a proposta, a adoção de plantas nativas nos projetos paisagísticos e urbanísticos deve observar diretrizes como a valorização da biodiversidade local; sustentabilidade e adaptação; facilidade de manutenção; acessibilidade e inclusão e a promoção da educação ambiental.

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“As pessoas precisam entender que educar um filho não é espancar, especialmente, em razão das educações anteriores. Essa é a nova dinâmica de educar, sem bater, mas isso inclui também a construção de limites, para que não cresçam crianças sem parâmetros e regras. As escolas estão sofrendo muito com isso. Em muitos desses casos de ataques e violências nas escolas, o histórico das pessoas envolve questões dessa natureza”, aponta Bia de Lima.

A iniciativa tem como objetivo reconhecer a trajetória de um dos cursos mais importantes do Sudoeste goiano, responsável pela formação de gerações de educadores e educadoras que atuam na rede pública e privada de ensino. Além disso, a instituição é responsável por contribuir para o fortalecimento da pesquisa, da extensão universitária e da produção de conhecimento na área educacional.

O foco da discussão foi a situação da Mineradora Serra Verde, localizada em Minaçu, no Norte goiano. O empreendimento é considerado a primeira operação comercial de terras raras do Brasil e tem sido alvo de preocupação após apontamentos de órgãos ambientais sobre possíveis impactos em córregos da região, falhas no monitoramento da água e irregularidades relacionadas à atividade minerária.