Bia de Lima requer asfalto imediato em via que dá acesso à escola no setor Santa Marta, em Goiânia

Portanto, a deputada solicita o asfaltamento imediato da via, bem como a implantação de sinalização e delimitação de área exclusiva para embarque e desembarque, garantindo, assim, condições mínimas de segurança e mobilidade para estudantes, servidores e famílias.

Por meio de requerimento apresentado nesta terça-feira, 17, a deputada estadual Bia de Lima (PT) requereu providências quanto à infraestrutura da via de acesso à Escola Municipal de Tempo Integral Rui Rodrigues, situada na GO-403, km 08, no Setor Santa Marta, na capital.

No documento, destinado ao prefeito de Goiânia, Sandro Mabel, a parlamentar aponta que a solicitação atende a uma demanda urgente da comunidade escolar. “Atualmente, a entrada da unidade encontra-se em via não pavimentada, de terra batida, o que gera inúmeros transtorno à rotina escolar – especialmente em dias chuvosos, quando o barro compromete o acesso de estudantes e servidores, afetando inclusive o cumprimento do calendário do ano letivo”, aponta a deputada.

“Além disso, há uma situação crítica de desorganização no trânsito nos horários de entrada e saúde dos alunos, havendo relatos de quase acidentes devido à entrada descontrolada de veículos no pátio escolar, evidenciando risco iminente à integridade física da comunidade”, alerta Bia de Lima.

Portanto, a deputada solicita o asfaltamento imediato da via, bem como a implantação de sinalização e delimitação de área exclusiva para embarque e desembarque, garantindo, assim, condições mínimas de segurança e mobilidade para estudantes, servidores e famílias.

“As pessoas precisam entender que educar um filho não é espancar, especialmente, em razão das educações anteriores. Essa é a nova dinâmica de educar, sem bater, mas isso inclui também a construção de limites, para que não cresçam crianças sem parâmetros e regras. As escolas estão sofrendo muito com isso. Em muitos desses casos de ataques e violências nas escolas, o histórico das pessoas envolve questões dessa natureza”, aponta Bia de Lima.

A iniciativa tem como objetivo reconhecer a trajetória de um dos cursos mais importantes do Sudoeste goiano, responsável pela formação de gerações de educadores e educadoras que atuam na rede pública e privada de ensino. Além disso, a instituição é responsável por contribuir para o fortalecimento da pesquisa, da extensão universitária e da produção de conhecimento na área educacional.

O foco da discussão foi a situação da Mineradora Serra Verde, localizada em Minaçu, no Norte goiano. O empreendimento é considerado a primeira operação comercial de terras raras do Brasil e tem sido alvo de preocupação após apontamentos de órgãos ambientais sobre possíveis impactos em córregos da região, falhas no monitoramento da água e irregularidades relacionadas à atividade minerária.