Agora é lei: sancionada política de incentivo a mulheres em carreiras científicas em Goiás

A lei tem como objetivo promover a equidade de gênero no ambiente acadêmico, científico e tecnológico, incentivando a participação das mulheres em todas as etapas da carreira científica, desde a formação até a inserção em cargos de liderança e tomada de decisão.

De autoria da deputada estadual Bia de Lima (PT), o projeto de lei que institui a Política Estadual de Fomento à Presença Feminina em Carreiras Científicas foi sancionado pelo Governo de Goiás e publicado no Diário Estadual do Estado, no dia 21 de maio de 2025, como Lei Estadual 23.441.

“Quando mulheres são excluídas ou sub-representadas em carreiras científicas, perdemos o potencial criativo e a diversidade de perspectivas necessárias para enfrentar os desafios complexos que surgem atualmente, sejam eles relacionados à saúde, ao meio ambiente, à tecnologia ou em outras áreas”, afirma a parlamentar.

Ainda de acordo com Bia de Lima, “no Brasil, os números são alarmantes. A presença das mulheres em posições de destaque na academia e em instituições científicas é muito baixa, o que reflete não apenas uma falta de oportunidades equitativas, mas também uma cultura institucional que muitas vezes perpetua estereótipos de gênero e dificulta o avanço profissional das mulheres na ciência”, ressalta a deputada.

A lei tem como objetivo promover a equidade de gênero no ambiente acadêmico, científico e tecnológico, incentivando a participação das mulheres em todas as etapas da carreira científica, desde a formação até a inserção em cargos de liderança e tomada de decisão.

A política instituída pretende estimular a equidade de gênero no ambiente acadêmico, científico e tecnológico, bem como a participação de mulheres em todas as etapas da carreira científica, desde a formação até a inserção em cargos de liderança e tomada de decisão, além de aumentar a quantiade de pesquisas e estudos sobre a situação das mulheres nas carreiras científicas, com o fim de identificar desafios, obstáculos e oportunidades para sua plena participação e desenvolvimento profissional.

A matéria também pretende fomentar a adoção de ações afirmativas, como cotas e programas de bolsas, para garantir o acesso das mulheres de baixa renda e de grupos sub–representados e estimular a igualdade salarial e de oportunidades entre homens e mulheres nas instituições de pesquisa e órgãos governamentais, de forma a se combater a discriminação de gênero e valorizar o mérito acadêmico e científico.

Outra meta é estimular a celebração de parcerias com instituições de ensino, pesquisa, empresas e organizações da sociedade civil para o desenvolvimento e implementação de ações de promoção da presença feminina em carreiras científicas e sensibilizar a sociedade e combater estereótipos de gênero que possam desencorajar as mulheres a seguir carreiras científicas e promover campanhas de conscientização e valorização de seu papel na ciência.

“Essa mesa abriu as negociações e vamos tratar do plano de carreira dos administrativos, que começa imediatamente, a portaria deve sair de hoje para amanhã e nó vamos, de agora em diante, trabalhar para finalmente construir um plano de carreira, que é o sonho da Rede Municipal de Goiânia. Por isso, a categoria suspendeu a greve, porque nas negociações, nas tratativas, teremos 30 dias para produzir o plano, fazer com que ele chegue na Câmara Municipal e comece a vigorar a partir de agosto”, afirmou a deputada.

O dia 18 de maio foi instituído como o Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes a partir da Lei Federal n° 9.970/00. A data faz referência ao “Caso Araceli”, crime envolvendo o sequestro, estupro e assassinato de uma menina de 8 anos e, que, apesar da violenta natureza dos fatos, até hoje segue impune.

“Como deputada da educação, sigo firme na luta pela valorização das professoras, professores e servidores administrativos, pela defesa dos aposentados e aposentadas. Um dos principais propósitos do nosso mandato é conseguir acabar com o desconto de 14,25% que tanto penaliza quem já dedicou a vida ao serviço público. Nós não vamos desistir e seguiremos nesse esforço”, aponta ela.