Reivindicação: Bia de Lima cobra plano de carreira e data-base dos administrativos durante inauguração do Palácio da Educação

Na oportunidade, a parlamentar cobrou tanto para a secretária de Educação, quanto para o Secretário Executivo da Seduc, pautas fundamentais para os administrativos da Rede Estadual de Ensino de Goiás, como a Data-Base e o Plano de Carreira.

Durante o evento de inauguração da reforma da sede da Secretaria de Educação de Goiás (Seduc), com a presença de diversas autoridades, como o governador de Goiás Ronaldo Caiado e a titular da pasta, Fátima Gavioli, a deputada estadual Bia de Lima, que também preside o Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Goiás (Sintego), fez cobranças significativas para a categoria.

Na oportunidade, a parlamentar cobrou tanto para a secretária de Educação, quanto para o Secretário Executivo da Seduc, pautas fundamentais para os administrativos da Rede Estadual de Ensino de Goiás, como a Data-Base e o Plano de Carreira.

“Fazemos uma grande esforço para que os administrativos possam ser reconhecidos pelo estado de Goiás. Queremos o enquadramento deles, com um plano de carreira digno e justo, mas também queremos formação e valorização”, afirmou Bia de Lima.

Segundo ela, o estado faz grandes investimentos na estrutura física das unidades de ensino, assim como na reforma da Seduc, que teve custo superior a R$ 18 milhões, com uma revitalização completa, mas não aplica de forma correta os recursos da Educação na própria categoria.

“O investimento nos prédios e na modernização estrutural das unidades é essencial, no entanto, também é preciso investir nos profissionais que atuam na rede. São eles que fazem tudo acontecer, porém, durante o governo Caiado, esses trabalhadores têm visto suas carreiras achatadas e sem ganho real”, aponta a parlamentar.

“As pessoas precisam entender que educar um filho não é espancar, especialmente, em razão das educações anteriores. Essa é a nova dinâmica de educar, sem bater, mas isso inclui também a construção de limites, para que não cresçam crianças sem parâmetros e regras. As escolas estão sofrendo muito com isso. Em muitos desses casos de ataques e violências nas escolas, o histórico das pessoas envolve questões dessa natureza”, aponta Bia de Lima.

A iniciativa tem como objetivo reconhecer a trajetória de um dos cursos mais importantes do Sudoeste goiano, responsável pela formação de gerações de educadores e educadoras que atuam na rede pública e privada de ensino. Além disso, a instituição é responsável por contribuir para o fortalecimento da pesquisa, da extensão universitária e da produção de conhecimento na área educacional.

O foco da discussão foi a situação da Mineradora Serra Verde, localizada em Minaçu, no Norte goiano. O empreendimento é considerado a primeira operação comercial de terras raras do Brasil e tem sido alvo de preocupação após apontamentos de órgãos ambientais sobre possíveis impactos em córregos da região, falhas no monitoramento da água e irregularidades relacionadas à atividade minerária.