Mobilidade: aprovado projeto da deputada Bia de Lima que institui formação para gestores de trânsito nos municípios goianos

“A nossa proposta de lei visa promover a melhoria da gestão de trânsito e mobilidade em todos os municípios goianos, garantindo a formação adequada dos gestores responsáveis por essa área tão importante para a segurança e o bem-estar da população. Além disso, o EPT-GO poderá se tornar um centro de referência nas áreas de trânsito e mobilidade”, afirma Bia de Lima.

O projeto da deputada estadual Bia de Lima (PT) que propõe a Política Estadual de Formação de Gestores Municipais de Trânsito e Mobilidade nos municípios goianos foi aprovada nesta quinta-feira, 15, em segunda e última votação.

O projeto, que segue para sanção do Governo de Goiás, tem como objetivo promover a melhoria da gestão de trânsito e mobilidade no estado, com capacitação para os profissionais da área, por meio da Escola Pública de Trânsito do Estado de Goiás (EPT-GO), criada em 2019. A formação visa a ampliação do conhecimento e habilidades necessários para o desempenho das funções.

Na justificativa da matéria, a deputada esclarece que o intuito é contribuir para o desenvolvimento de políticas públicas mais eficazes e para a redução dos índices de acidentes de trânsito em Goiás.

“A nossa proposta de lei visa promover a melhoria da gestão de trânsito e mobilidade em todos os municípios goianos, garantindo a formação adequada dos gestores responsáveis por essa área tão importante para a segurança e o bem-estar da população. Além disso, o EPT-GO poderá se tornar um centro de referência nas áreas de trânsito e mobilidade”, afirma Bia de Lima.

“As pessoas precisam entender que educar um filho não é espancar, especialmente, em razão das educações anteriores. Essa é a nova dinâmica de educar, sem bater, mas isso inclui também a construção de limites, para que não cresçam crianças sem parâmetros e regras. As escolas estão sofrendo muito com isso. Em muitos desses casos de ataques e violências nas escolas, o histórico das pessoas envolve questões dessa natureza”, aponta Bia de Lima.

A iniciativa tem como objetivo reconhecer a trajetória de um dos cursos mais importantes do Sudoeste goiano, responsável pela formação de gerações de educadores e educadoras que atuam na rede pública e privada de ensino. Além disso, a instituição é responsável por contribuir para o fortalecimento da pesquisa, da extensão universitária e da produção de conhecimento na área educacional.

O foco da discussão foi a situação da Mineradora Serra Verde, localizada em Minaçu, no Norte goiano. O empreendimento é considerado a primeira operação comercial de terras raras do Brasil e tem sido alvo de preocupação após apontamentos de órgãos ambientais sobre possíveis impactos em córregos da região, falhas no monitoramento da água e irregularidades relacionadas à atividade minerária.