Saúde: Bia de Lima propõe implementação da telemedicina para agilizar a avaliação de doadores e acelerar o processo de transplante

O projeto contribuirá para a melhoria da logística dos transplantes, possibilitando uma gestão mais eficaz dos recursos e uma melhor coordenação entre os diferentes serviços de saúde envolvidos.

Projeto de lei da deputada estadual Bia de Lima (PT), em tramitação na Comissão de Constituição, Justiça e Redação, implementa o serviço de telemedicina como parte integrante dos procedimentos de avaliação de doadores de orgãos e tecidos para transplante no âmbito do Estado de Goiás.

De acordo com a proposta, telemedicina é a prestação de serviços médicos e de saúde por meio de tecnologias de informação e comunicação, possibilitando a troca de informações sobre saúde e a realização de avaliações remotas, e as unidades de saúde estaduais responsáveis pela coordenação e consecução de transplantes deverão adotar esse sistema para a seleção inicial de doadores, sempre que possível, com o objetivo de otimizar o processo e reduzir o tempo de espera, assegurando a proteção, confidencialidade e privacidade dos dados pessoais, de acordo com a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).

Bia de Lima justifica o projeto “contribuirá para a melhoria da logística dos transplantes, possibilitando uma gestão mais eficaz dos recursos e uma melhor coordenação entre os diferentes serviços de saúde envolvidos”.

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“As pessoas precisam entender que educar um filho não é espancar, especialmente, em razão das educações anteriores. Essa é a nova dinâmica de educar, sem bater, mas isso inclui também a construção de limites, para que não cresçam crianças sem parâmetros e regras. As escolas estão sofrendo muito com isso. Em muitos desses casos de ataques e violências nas escolas, o histórico das pessoas envolve questões dessa natureza”, aponta Bia de Lima.

A iniciativa tem como objetivo reconhecer a trajetória de um dos cursos mais importantes do Sudoeste goiano, responsável pela formação de gerações de educadores e educadoras que atuam na rede pública e privada de ensino. Além disso, a instituição é responsável por contribuir para o fortalecimento da pesquisa, da extensão universitária e da produção de conhecimento na área educacional.

O foco da discussão foi a situação da Mineradora Serra Verde, localizada em Minaçu, no Norte goiano. O empreendimento é considerado a primeira operação comercial de terras raras do Brasil e tem sido alvo de preocupação após apontamentos de órgãos ambientais sobre possíveis impactos em córregos da região, falhas no monitoramento da água e irregularidades relacionadas à atividade minerária.