Juventude: Bia de Lima propõe o mês de agosto para celebrações

A deputada Bia de Lima (PT) apresentou projeto de lei para alterar a Lei 21.877, de 17 de abril de 2023, que institui o Dia Estadual da Juventude, para estabelecer o mês de agosto como o mês da Juventude em Goiás. Conforme a proposta, as comemorações seriam divididas em duas quinzenas:
– a primeira destinada à conscientização e prevenção às Infecções Sexualmente Transmissíveis (IST), sexualidade, gênero e cuidado com o corpo;
– e a segunda destinada ao combate a violência e à mortalidade juvenil, enfrentamento ao desemprego e geração de renda.

De acordo com a deputada, “a proposta visa abordar de maneira mais abrangente e aprofundada questões relevantes para os jovens, promovendo a conscientização e a prevenção de temas como Infecções Sexualmente Transmissíveis (IST), sexualidade, gênero e cuidado com o corpo”.

“A ampliação das atividades e ações educativas durante todo o mês possibilitará maior engajamento da sociedade civil, instituições de ensino, organizações não governamentais e empresas privadas, contribuindo para a construção de uma juventude mais informada, consciente e saudável”, completa Bia de Lima.

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Para a parlamentar, militante da área da educação, a sanção é um grande avanço. “É uma alegria receber o convite do presidente Lula para participar deste momento, que é histórico. Sou presidente da Comissão de Educação da Assembleia Legislativa de Goiás e já estamos trabalhando não só para construir, mas também para garantir a implementação do PNE e do Plano Estadual de Educação de Goiás. Este documento é importante para todos os brasileiros”, afirmou a deputada.

“Esse programa aproxima os deputados e o Poder Legislativo das pessoas, dos municípios, trazendo demandas, ouvindo a população, levando benefícios e, principalmente, resultados, que é o que importa. A iniciativa já se tornou essencial para o nosso estado”, afirmou.

Ao discursar na tribuna, a deputada destacou que protocolou requerimento solicitando a realização de audiência pública para discutir a exploração de terras raras e outros recursos minerais no estado. “Precisamos aprofundar esse debate e reunir especialistas, representantes do poder público, setor produtivo e sociedade civil para discutir os impactos econômicos, sociais e ambientais da atividade mineradora em Goiás. É fundamental que o estado não repita um modelo histórico de exploração, em que riquezas naturais são retiradas sem que haja retorno efetivo para a população. Não podemos permitir que Goiás seja apenas um território de extração, onde se levam as riquezas e ficam os impactos, muitas vezes irreversíveis”, destacou.