Meio ambiente: Bia de Lima solicita estudo técnico sobre impactos da duplicação da Rua da Divisa, em Goiânia

O documento é endereçado à secretária de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Semad), Andréa Vulcanis.

Por meio de requerimento apresentado nesta terça-feira, 5, a deputada estadual Bia de Lima (PT) solicitou a realização de um estudo técnico sobre os impactos ambientais hídricos na região da duplicação da Rua da Divisa, no Setor Jaó, na capital goiana. O documento é endereçado à secretária de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Semad), Andréa Vulcanis.

A medida foi tomada pela parlamentar após a autorização do prefeito de Goiânia, Rogério Cruz, para a execução da obra. No entanto, a parlamentar, chama a atenção para a questão ambiental, envolvendo a região.

“A problemática envolvendo a obra refere-se ao soterramento de nascentes da baixada da via, porquanto a pista passa pela Área de Preservação Permanente (APP)”, aponta Bia de Lima.

Em sua justificativa, Bia aponta que é competência comum da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios a proteção ao meio ambiente e combate à poluição. Outrossim, o diploma legal determina que as águas superficiais ou subterrâneas, fluentes, emergentes e em depósito integram os bens dos Estados.

“A necessidade de elaboração de um parecer hidrológico prévio à continuidade das obras é indispensável de forma a assegurar a todos a proteção do meio ambiente. Trata-se de analisar a viabilidade da construção, considerando a descentralização da gestão dos recursos hídricos com a participação conjunta do Poder Público, dos usuários e das comunidades”, completa a deputada.

“As pessoas precisam entender que educar um filho não é espancar, especialmente, em razão das educações anteriores. Essa é a nova dinâmica de educar, sem bater, mas isso inclui também a construção de limites, para que não cresçam crianças sem parâmetros e regras. As escolas estão sofrendo muito com isso. Em muitos desses casos de ataques e violências nas escolas, o histórico das pessoas envolve questões dessa natureza”, aponta Bia de Lima.

A iniciativa tem como objetivo reconhecer a trajetória de um dos cursos mais importantes do Sudoeste goiano, responsável pela formação de gerações de educadores e educadoras que atuam na rede pública e privada de ensino. Além disso, a instituição é responsável por contribuir para o fortalecimento da pesquisa, da extensão universitária e da produção de conhecimento na área educacional.

O foco da discussão foi a situação da Mineradora Serra Verde, localizada em Minaçu, no Norte goiano. O empreendimento é considerado a primeira operação comercial de terras raras do Brasil e tem sido alvo de preocupação após apontamentos de órgãos ambientais sobre possíveis impactos em córregos da região, falhas no monitoramento da água e irregularidades relacionadas à atividade minerária.