Buscando avanços e desenvolvimento, Bia de Lima leva demandas do Norte e Nordeste goiano ao Incra

Segundo a deputada, as regiões Norte e Nordeste de Goiás carecem de um olhar atento e cuidadoso. Por isso, ela levou pessoalmente as demandas ao órgão. “Trouxemos demandas importantes ao Incra e, esperamos, ter resultados em breve. Como deputada que trabalha e luta pela reforma agrária e pela agricultura familiar em Goiás, estamos trabalhando junto ao instituto, em busca de avanços e desenvolvimento”, afirmou ela.

A deputada estadual Bia de Lima (PT) esteve em Cristalina nesta segunda-feira (11/5), onde se reuniu com a superintendente do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) DF e Entorno, Claudia Farinha. Acompanhada da ex-vereadora por Alvorada do Norte, Rosely Cavalcante, da assessora parlamentar Cora Cordeiro e de Aécio Aires, Bia de Lima apresentou demandas da população.

Segundo a deputada, as regiões Norte e Nordeste de Goiás carecem de um olhar atento e cuidadoso. Por isso, ela levou pessoalmente as demandas ao órgão. “Trouxemos demandas importantes ao Incra e, esperamos, ter resultados em breve. Como deputada que trabalha e luta pela reforma agrária e pela agricultura familiar em Goiás, estamos trabalhando junto ao instituto, em busca de avanços e desenvolvimento”, afirmou ela.

O Nordeste Goiano é uma região de planejamento com cerca de 20 municípios, marcada por forte potencial turístico ecológico e histórico, incluindo a Chapada dos Veadeiros e o Parque Estadual da Terra Ronca. A região enfrenta desafios socioeconômicos, sendo historicamente identificada com índices mais baixos de desenvolvimento, mas ganha relevância política com cerca de 186 mil habitantes.

“As pessoas precisam entender que educar um filho não é espancar, especialmente, em razão das educações anteriores. Essa é a nova dinâmica de educar, sem bater, mas isso inclui também a construção de limites, para que não cresçam crianças sem parâmetros e regras. As escolas estão sofrendo muito com isso. Em muitos desses casos de ataques e violências nas escolas, o histórico das pessoas envolve questões dessa natureza”, aponta Bia de Lima.

A iniciativa tem como objetivo reconhecer a trajetória de um dos cursos mais importantes do Sudoeste goiano, responsável pela formação de gerações de educadores e educadoras que atuam na rede pública e privada de ensino. Além disso, a instituição é responsável por contribuir para o fortalecimento da pesquisa, da extensão universitária e da produção de conhecimento na área educacional.

O foco da discussão foi a situação da Mineradora Serra Verde, localizada em Minaçu, no Norte goiano. O empreendimento é considerado a primeira operação comercial de terras raras do Brasil e tem sido alvo de preocupação após apontamentos de órgãos ambientais sobre possíveis impactos em córregos da região, falhas no monitoramento da água e irregularidades relacionadas à atividade minerária.