Bia de Lima defende “força unificada” de servidores públicos durante posse de Léo Caetano no Ibama

“Fui presidenta da Central Única dos Trabalhadores em Goiás (CUT-GO) por três mandatos, sei a importância de cada categoria e, por isso, acredito que todos os servidores, federais, estaduais e municipais, precisam fazer uma força unificada para que os serviços cheguem de fato a quem precisa”, disse ela.

A deputada estadual Bia de Lima (PT) prestigiou nesta sexta-feira (13/2) a cerimônia de posse do biólogo Léo Caetano, como o novo superintendente do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis em Goiás (Ibama-GO).

Na ocasião, ela parabenizou o superintendente pela nomeação e defendeu uma “força unificada” de servidores públicos, além de mais concursos no governo federal.

“Fui presidenta da Central Única dos Trabalhadores em Goiás (CUT-GO) por três mandatos, sei a importância de cada categoria e, por isso, acredito que todos os servidores, federais, estaduais e municipais, precisam fazer uma força unificada para que os serviços cheguem de fato a quem precisa”, disse ela.

Segundo Bia, o desejo é que todos possam “construir, movimentar, fortalecer e dar perspectivas para que todas as categorias e trabalhadores tenham melhores condições de vida, o que está intimamente ligado com o meio ambiente e as funções dos servidores do Ibama”.

A deputada também se colocou à disposição para ajudar e dar suporte na busca de recursos para o órgão, bem como, pela valorização de seus trabalhadores.

Antes de assumir a superintendência, Léo Caetano atuava como chefe da Divisão de Proteção Ambiental do Ibama-GO. Ele também já comandou o Centro de Triagem de Animais Silvestres (Cetas) no estado, acumulando experiência na área de fiscalização e proteção ambiental.

Ele foi nomeado pela ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, e assume o cargo no lugar de Nelson Galvão.

“As pessoas precisam entender que educar um filho não é espancar, especialmente, em razão das educações anteriores. Essa é a nova dinâmica de educar, sem bater, mas isso inclui também a construção de limites, para que não cresçam crianças sem parâmetros e regras. As escolas estão sofrendo muito com isso. Em muitos desses casos de ataques e violências nas escolas, o histórico das pessoas envolve questões dessa natureza”, aponta Bia de Lima.

A iniciativa tem como objetivo reconhecer a trajetória de um dos cursos mais importantes do Sudoeste goiano, responsável pela formação de gerações de educadores e educadoras que atuam na rede pública e privada de ensino. Além disso, a instituição é responsável por contribuir para o fortalecimento da pesquisa, da extensão universitária e da produção de conhecimento na área educacional.

O foco da discussão foi a situação da Mineradora Serra Verde, localizada em Minaçu, no Norte goiano. O empreendimento é considerado a primeira operação comercial de terras raras do Brasil e tem sido alvo de preocupação após apontamentos de órgãos ambientais sobre possíveis impactos em córregos da região, falhas no monitoramento da água e irregularidades relacionadas à atividade minerária.