Bia de Lima é reeleita como presidente do Sintego

“Mando o meu abraço e o meu reconhecimento a todos que compuseram a Chapa 1, em todas as regionais, o meu muito obrigada. E a você que votou, que participou, que torceu, que pedi voto, meu muito obrigada, conte conosco sempre, lutando todos os dias por mais conquistas para todos os trabalhadores em Educação de Goiás”, completou.

A deputada estadual Bia de Lima (PT), que também preside o Sindicato dos Trabalhadores de Goiás (Sintego), foi reeleita para o cargo. À frente da Chapa 1, “O SINTEGO somos nós, nossa força, nossa voz”, que tem como vice a professora Ludmylla Morais, da rede municipal de Goiânia, a parlamentar foi reconduzida para comandar a entidade no quadriênio 2025/2029.

Bia de Lima celebrou o resultado e destacou a diferença de votos. “Finalizamos agora a nossa apuração e mais uma vez vitória da Chapa 1. Porque nós temos trabalho, temos compromisso com a verdade, com a categoria, com o respeito, com a nossa dedicação a todos os trabalhadores e trabalhadoras em educação. E nós ganhamos, e não foi pouquinho, não, foi muito, mais de 6 mil votos à frente”, disse ela.

Este foi 13º processo eleitoral do Sintego, que completa 37 anos de história neste mês de novembro. Neste ano, cerca de 50 mil filiados, entre administrativos, professores e aposentados da Educação puderam votar para escolher a direção da entidade, tanto na Central, como nas 37 regionais sindicais.

“Mando o meu abraço e o meu reconhecimento a todos que compuseram a Chapa 1, em todas as regionais, o meu muito obrigada. E a você que votou, que participou, que torceu, que pedi voto, meu muito obrigada, conte conosco sempre, lutando todos os dias por mais conquistas para todos os trabalhadores em Educação de Goiás”, completou.

“As pessoas precisam entender que educar um filho não é espancar, especialmente, em razão das educações anteriores. Essa é a nova dinâmica de educar, sem bater, mas isso inclui também a construção de limites, para que não cresçam crianças sem parâmetros e regras. As escolas estão sofrendo muito com isso. Em muitos desses casos de ataques e violências nas escolas, o histórico das pessoas envolve questões dessa natureza”, aponta Bia de Lima.

A iniciativa tem como objetivo reconhecer a trajetória de um dos cursos mais importantes do Sudoeste goiano, responsável pela formação de gerações de educadores e educadoras que atuam na rede pública e privada de ensino. Além disso, a instituição é responsável por contribuir para o fortalecimento da pesquisa, da extensão universitária e da produção de conhecimento na área educacional.

O foco da discussão foi a situação da Mineradora Serra Verde, localizada em Minaçu, no Norte goiano. O empreendimento é considerado a primeira operação comercial de terras raras do Brasil e tem sido alvo de preocupação após apontamentos de órgãos ambientais sobre possíveis impactos em córregos da região, falhas no monitoramento da água e irregularidades relacionadas à atividade minerária.