Bia de Lima requer celeridade em análises de concessão de pensão especial para pessoas com hanseníase

Segundo a parlamentar, é de conhecimento público que muitos requerentes aguardam há longos períodos pela apreciação de seus pedidos, o que agrava a situação de vulnerabilidade social e econômica enfrentada por esse grupo, composto majoritariamente por pessoas idosas, com limitações físicas e que sofreram graves violações de direitos humanos.

Por meio de requerimento encaminhado à ministra dos Direitos Humanos e da Cidadania, Macaé Evaristo, a deputada estadual Bia de Lima (PT) solicitou a adoção das providências possíveis para garantir a celeridade na análise dos processos referentes à concessão da pensão especial às pessoas atingidas pela hanseníase.

Segundo a parlamentar, é de conhecimento público que muitos requerentes aguardam há longos períodos pela apreciação de seus pedidos, o que agrava a situação de vulnerabilidade social e econômica enfrentada por esse grupo, composto majoritariamente por pessoas idosas, com limitações físicas e que sofreram graves violações de direitos humanos.

“A morosidade na tramitação desses processos contraria os princípios constitucionais da dignidade da pessoa humana, da eficiência administrativa e da razoável duração do processo previstos na Constituição Federal”, afirma a deputada.

É importante salientar que, desde 2007, as pessoas com hanseníase e que foram submetidas a isolamento e internação compulsória têm o direito à pensão vitalícia. Por isso, a parlamentar pede a celeridade no deferimento dos processos de pensão, assegurando o cumprimento efetivo da legislação e a reparação justa e tempestiva às pessoas acometidas pela doença.

“As pessoas precisam entender que educar um filho não é espancar, especialmente, em razão das educações anteriores. Essa é a nova dinâmica de educar, sem bater, mas isso inclui também a construção de limites, para que não cresçam crianças sem parâmetros e regras. As escolas estão sofrendo muito com isso. Em muitos desses casos de ataques e violências nas escolas, o histórico das pessoas envolve questões dessa natureza”, aponta Bia de Lima.

A iniciativa tem como objetivo reconhecer a trajetória de um dos cursos mais importantes do Sudoeste goiano, responsável pela formação de gerações de educadores e educadoras que atuam na rede pública e privada de ensino. Além disso, a instituição é responsável por contribuir para o fortalecimento da pesquisa, da extensão universitária e da produção de conhecimento na área educacional.

O foco da discussão foi a situação da Mineradora Serra Verde, localizada em Minaçu, no Norte goiano. O empreendimento é considerado a primeira operação comercial de terras raras do Brasil e tem sido alvo de preocupação após apontamentos de órgãos ambientais sobre possíveis impactos em córregos da região, falhas no monitoramento da água e irregularidades relacionadas à atividade minerária.