Jataí: deputada Bia de Lima recebe reitor da UFJ no Gabinete 13

Durante o encontro, a parlamentar apresentou os valores e recursos de emendas parlamentares que serão enviados à UFJ, por meio do mandato.

A deputada estadual Bia de Lima (PT) recebeu na manhã desta quinta-feira, 3, em seu gabinete, o reitor da Universidade Federal de Jataí (UFJ), Christiano Peres Coelho. Na ocasião, eles conversaram sobre a valorização da instituição, bem como a importância dela para o Sudoeste goiano e todo o estado de Goiás.

Durante o encontro, a parlamentar apresentou os valores e recursos de emendas parlamentares que serão enviados à UFJ, por meio do mandato.

“Sou professora licenciada da UFJ e tenho muito orgulho de fazer parte desta instituição. Tive um encontro bastante produtivo com o reitor e conversamos sobre os investimentos na unidade, bem como a nossa ajuda por meio das emendas parlamentares, que neste ano serão de R$ 350 mil. Desse total, R$ 200 mil serão para execução de projetos e os outros R$ 150 mil para a construção e ampliação da usina fotovoltaica e do Centro de Convivência”, afirmou a deputada, que no ano de 2024, já havia destinado R$ 100 mil para a escola superior.

Christiano, por sua vez, agradeceu o empenho e parceria de Bia de Lima. Ao participar de sessão deliberativa no Plenário, a convite da deputada, o reitor apresentou o papel estratégico da instituição no cenário educacional, científico e tecnológico do Sudoeste goiano e do Centro-Oeste brasileiro.

O reitor destacou também a importância de fortalecer as chamadas “supernovas universidades federais”, como é o caso da UFJ, criada em 2018, que completou apenas sete anos de existência. “Falar da UFJ é falar de uma das supernovas universidades federais do Brasil. Uma universidade que está estrategicamente localizada no Centro-Oeste do país, na região sudoeste do Estado, e que exerce um papel fundamental no desenvolvimento regional de toda aquela região”, disse.

Coelho também reforçou a importância da articulação institucional com o Legislativo Estadual para garantir investimentos e melhorias em infraestrutura, pessoal e ampliação de políticas públicas para o ensino superior. “Há pouco tempo, éramos apenas uma única universidade federal no estado. Comparado com Minas Gerais, que tem 11 universidades federais, Goiás tinha apenas uma, e agora são três”, frisou, referindo-se à UFJ, à Universidade Federal de Goiás (UFG) e à Universidade Federal de Catalão (UFCAT).

A UFJ oferece, atualmente, 25 cursos de graduação e prepara a abertura de mais dois, entre eles o curso de inteligência artificial. A instituição também oferta 15 cursos de pós-graduação, sendo 12 de mestrado e três de doutorado, reforçando o compromisso com a formação acadêmica e a produção científica.

Para a parlamentar, militante da área da educação, a sanção é um grande avanço. “É uma alegria receber o convite do presidente Lula para participar deste momento, que é histórico. Sou presidente da Comissão de Educação da Assembleia Legislativa de Goiás e já estamos trabalhando não só para construir, mas também para garantir a implementação do PNE e do Plano Estadual de Educação de Goiás. Este documento é importante para todos os brasileiros”, afirmou a deputada.

“Esse programa aproxima os deputados e o Poder Legislativo das pessoas, dos municípios, trazendo demandas, ouvindo a população, levando benefícios e, principalmente, resultados, que é o que importa. A iniciativa já se tornou essencial para o nosso estado”, afirmou.

Ao discursar na tribuna, a deputada destacou que protocolou requerimento solicitando a realização de audiência pública para discutir a exploração de terras raras e outros recursos minerais no estado. “Precisamos aprofundar esse debate e reunir especialistas, representantes do poder público, setor produtivo e sociedade civil para discutir os impactos econômicos, sociais e ambientais da atividade mineradora em Goiás. É fundamental que o estado não repita um modelo histórico de exploração, em que riquezas naturais são retiradas sem que haja retorno efetivo para a população. Não podemos permitir que Goiás seja apenas um território de extração, onde se levam as riquezas e ficam os impactos, muitas vezes irreversíveis”, destacou.