Respeito: projeto de Bia de Lima institui Política Estadual de Prevenção e Repressão à Intolerância Religiosa

Entende-se por Intolerância Religiosa toda forma de ação, discurso, atitude ou omissão que atente contra a liberdade de crença, manifestação religiosa e de culto, direta ou indiretamente, motivada por preconceito, ódio ou discriminação.

A deputada Bia de Lima (PT) apresentou nesta quarta-feira, 8, o projeto de lei que institui a Política Estadual de Prevenção e Repressão à Intolerância Religiosa em Goiás. Entende-se por Intolerância Religiosa toda forma de ação, discurso, atitude ou omissão que atente contra a liberdade de crença, manifestação religiosa e de culto, direta ou indiretamente, motivada por preconceito, ódio ou discriminação.

Entre os objetivos da proposta está estabelecer medidas de prevenção, combate e punição à intolerância religiosa; promover ações educativas, campanhas de conscientização e programas de formação para o respeito à diversidade religiosa; garantir o atendimento de vítimas de intolerância religiosa, proporcionando apoio psicológico, jurídico e social, bem como o acesso à justiça e à reparação de danos; estimular a produção de pesquisas, materiais didáticos e ações culturais que promovam a compreensão e respeito pelas religiões, entre outros.

De acordo com Bia de Lima, o projeto se fundamenta nos princípios e preceitos constitucionais que asseguram a liberdade de crença, a dignidade da pessoa humana e a proteção da diversidade cultural.

“Este projeto visa não somente assegurar o cumprimento da legislação nacional, mas também fortalecer os laços de respeito à diversidade, prevenindo e reprimindo atos de intolerância religiosa. A intolerância religiosa não apenas viola direitos fundamentais, mas também prejudica o tecido social, minando a coesão e a paz entre diferentes grupos da sociedade. Uma sociedade mais diversa e inclusiva promove um ambiente propício para o desenvolvimento econômico, o turismo cultural e a valorização da identidade de Goiás”, afirma ela.

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“Eu tomei conhecimento de que o Ipasgo não está oferecendo o DIU para ser instalado nas mulheres. É preciso que o plano de saúde atenda completamente às usuárias, principalmente, quando se trata da saúde das mulheres. Eu entendo que isso é um baita atraso”, afirmou Bia.

Ao usar a tribuna da Assembleia Legislativa de Goiás (Alego) durante a sessão ordinária desta terça-feira (23/6), a deputada estadual Bia de Lima (PT) criticou a falta de transparência no programa IA contra o crime, que usa inteligência artificial no monitoramento de ações criminosas. Os contratos que tinham como objetivo a expansão do programa foram suspensos pela Justiça de Goiás na semana passada.

“As mulheres estão cada vez mais dominando os debates e discussões políticas e é justamente esse o lugar que devemos ocupar: o do protagonismo e do conhecimento! É sempre importante reforçamos o nosso compromisso com a participação política e o apoio do nosso mandato a quem deseja seguir nesse caminho”, afirmou a deputada.