Respeito: projeto de Bia de Lima institui Política Estadual de Prevenção e Repressão à Intolerância Religiosa

Entende-se por Intolerância Religiosa toda forma de ação, discurso, atitude ou omissão que atente contra a liberdade de crença, manifestação religiosa e de culto, direta ou indiretamente, motivada por preconceito, ódio ou discriminação.

A deputada Bia de Lima (PT) apresentou nesta quarta-feira, 8, o projeto de lei que institui a Política Estadual de Prevenção e Repressão à Intolerância Religiosa em Goiás. Entende-se por Intolerância Religiosa toda forma de ação, discurso, atitude ou omissão que atente contra a liberdade de crença, manifestação religiosa e de culto, direta ou indiretamente, motivada por preconceito, ódio ou discriminação.

Entre os objetivos da proposta está estabelecer medidas de prevenção, combate e punição à intolerância religiosa; promover ações educativas, campanhas de conscientização e programas de formação para o respeito à diversidade religiosa; garantir o atendimento de vítimas de intolerância religiosa, proporcionando apoio psicológico, jurídico e social, bem como o acesso à justiça e à reparação de danos; estimular a produção de pesquisas, materiais didáticos e ações culturais que promovam a compreensão e respeito pelas religiões, entre outros.

De acordo com Bia de Lima, o projeto se fundamenta nos princípios e preceitos constitucionais que asseguram a liberdade de crença, a dignidade da pessoa humana e a proteção da diversidade cultural.

“Este projeto visa não somente assegurar o cumprimento da legislação nacional, mas também fortalecer os laços de respeito à diversidade, prevenindo e reprimindo atos de intolerância religiosa. A intolerância religiosa não apenas viola direitos fundamentais, mas também prejudica o tecido social, minando a coesão e a paz entre diferentes grupos da sociedade. Uma sociedade mais diversa e inclusiva promove um ambiente propício para o desenvolvimento econômico, o turismo cultural e a valorização da identidade de Goiás”, afirma ela.

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Para a parlamentar, militante da área da educação, a sanção é um grande avanço. “É uma alegria receber o convite do presidente Lula para participar deste momento, que é histórico. Sou presidente da Comissão de Educação da Assembleia Legislativa de Goiás e já estamos trabalhando não só para construir, mas também para garantir a implementação do PNE e do Plano Estadual de Educação de Goiás. Este documento é importante para todos os brasileiros”, afirmou a deputada.

“Esse programa aproxima os deputados e o Poder Legislativo das pessoas, dos municípios, trazendo demandas, ouvindo a população, levando benefícios e, principalmente, resultados, que é o que importa. A iniciativa já se tornou essencial para o nosso estado”, afirmou.

Ao discursar na tribuna, a deputada destacou que protocolou requerimento solicitando a realização de audiência pública para discutir a exploração de terras raras e outros recursos minerais no estado. “Precisamos aprofundar esse debate e reunir especialistas, representantes do poder público, setor produtivo e sociedade civil para discutir os impactos econômicos, sociais e ambientais da atividade mineradora em Goiás. É fundamental que o estado não repita um modelo histórico de exploração, em que riquezas naturais são retiradas sem que haja retorno efetivo para a população. Não podemos permitir que Goiás seja apenas um território de extração, onde se levam as riquezas e ficam os impactos, muitas vezes irreversíveis”, destacou.