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“Precisamos ter recursos para garantir o plano de carreira dos administrativos da UEG. Essa é uma promessa muito antiga e que o governo, infelizmente, não se atenta. Essa postergação nos causa muita preocupação”, afirmou a deputada.

“O plano de carreira dos administrativos da Rede Estadual de Educação foi aprovado desde 2023, mas até hoje nada foi implementado. É um vexame absoluto não garantir seque o enquadramento que, na lei aprovada, dava um prazo de seis meses, depois o governo postergou mais seis meses e já tem dois anos e, agora, por decreto, colocou mais dois anos”, afirmou ela.

De acordo com ela, o pedido de emenda não foi acatado, no entanto, o objetivo foi atendido. Segundo Bia, os valores que estão no Fundo Estadual da Primeira Infância serão usados para auxiliar as cidades, no ano de 2026, no atendimento à primeira infância. “Fazer com que a gente tenha esse recurso é uma medida efetiva para ajudar as prefeituras a atender essa demanda e destinando recursos para a primeira infância, o que é muito importante. Esse era justamente o propósito pelo qual nós apresentamos a nossa emenda”, declarou.

“Estamos trabalhando há muito tempo nesse projeto. Esperamos que seja sancionado pelo Governo de Goiás, porque dessa forma, se a pessoa tem o tempo de serviço exigido, a idade necessária e todos os critérios prontos, é justo que você possa ter a sua aposentadoria. O governo não pode cobrar que os servidores trabalhem quase dois anos a mais só pela demora da tramitação, eles precisam se organizar e ceder os benefícios”, afirma Bia de Lima.  

Já em vigor, a Lei Complementar nº 210/2025 se firma como uma das mais importantes conquistas legislativas de 2025 e reforça o protagonismo da deputada Bia de Lima na defesa de uma educação pública, democrática e de qualidade em Goiás

Com a proposta transformada em lei, Bia de Lima reafirma seu compromisso com políticas públicas que promovem equilíbrio entre produção agrícola, preservação ambiental e desenvolvimento econômico, apontando caminhos concretos para o futuro do campo em Goiás.

“O Programa Mães de Goiás é muito importante para dar suporte para as mulheres que estão em situações vulneráveis, para que, do ponto de vista social, consigamos alavancar essas mulheres e dar a elas segurança e oportunidades. Quando proponho essas alterações, é justamente para melhorar as condições de cadastrar, para que sejam preparadas para ter esse suporte e, principalmente, para que as mulheres em extrema pobreza sejam incluídas e tenham acesso a esse benefício”, afirma a deputada.

De acordo com Bia, o Governo Federal foi decisivo para aliviar o endividamento histórico do Estado. “Qual o presidente da República já ajudou Goiás com R$ 6,5 bilhões? Sim, foram R$ 6 bilhões e meio de dívidas que a União pagou para Goiás, justamente para aliviar a situação de endividamento que o Estado há muito [tempo] vinha acumulando”, enfatizou.

A deputada reforçou seu papel como representante da categoria no parlamento goiano, lembrando que é a única deputada da educação eleita após mais de duas décadas. Para ela, é fundamental que a educação tenha voz própria nos espaços de decisão. “Precisamos falar com propriedade, com conhecimento de causa, sobre a dor, a luta e os desafios de quem está no chão da escola, construindo a educação todos os dias nos municípios e no estado”, destacou.