Desenvolvimento: deputada Bia de Lima propõe exploração sustentável do nióbio e do fosfato em Goiás

Conforme a proposta, a exploração deverá observar princípios como a implementação de práticas de mineração sustentável, reduzindo impactos ambientais e promovendo a recuperação de áreas degradadas.

Projeto de lei apresentado pela deputada estadual Bia de Lima (PT) estabelece diretrizes para a exploração sustentável do nióbio e do fosfato, em Goiás, assegurando o equilíbrio entre o desenvolvimento econômico e a preservação ambiental, por meio da adoção de práticas inovadores e estratégias de compensação ambiental.

Conforme a proposta, a exploração deverá observar princípios como a implementação de práticas de mineração sustentável, reduzindo impactos ambientais e promovendo a recuperação de áreas degradadas; adoção de estratégias de compensação ambiental, como reflorestamento, recuperação de nascentes e recomposição da biodiversidade; incentivo à utilização de tecnologias avançadas e boas práticas para reduzir a emissão de poluentes e aumentar a eficiência na extração dos minerais; fomento à pesquisa e inovação no setor mineral, visando à minimização dos impactos ambientais da exploração do nióbio e do fosfato, entre outros.

“Catalão, no estado de Goiás, abriga um dos maiores polos de exploração de nióbio e fosfato do mundo, ficando atrás apenas de Araxá, em Minas Gerais. Esses minérios são fundamentais para indústrias estratégicas, como a siderurgia, a indústria aeroespacial, a produção de fertilizantes e outros setores de alta tecnologia. A relevância econômica da exploração mineral no município se reflete na geração de empregos, no aumento da arrecadação tributária e na dinamização da economia regional”, aponta a parlamentar.

Segundo Bia, apesar do destaque da cidade de Catalão na exploração dos minerais, a atividade impõe desafios ambientais e sociais que necessitam ser abordados como responsabilidade.

“A atividade mineradora pode gerar impactos significativos, como a degradação do solo, a contaminação de recursos hídricos, a perda de biodiversidade e alterações no uso e ocupação do território. Para mitigar tais impactos e assegurar a perenidade da atividade econômica sem comprometer as gerações futuras, é essencial adotar estratégias de vanguarda na gestão ambiental”, completou a deputada.

A deputada enfatiza ainda que o projeto propõe a implementação de serviços ambientais e estratégias de compensação da degradação do solo, incentivando boas práticas de recuperação e reuso das áreas mineradas, como o reflorestamento, a utilização de tecnologias limpas e o monitoramento contínuo dos impactos ambientais. “Estamos buscando ainda a criação de um fundo de investimento para reabilitação ambiental, garantindo que a exploração contribua para o desenvolvimento regional sem comprometer o meio ambiente e qualidade de vida da população”, conclui Bia de Lima.

“A Folia é um dos elementos mais importantes do folclore goiano, mas por se tratar de uma festividade essencialmente regional, cada Folia de Reis possui características próprias que podem variar de acordo com o costume local. Mas é possível destacar a presença de trajes com cores vibrantes, pedrarias, fitas e brilhos como um fato comum, bem como a existência de um estandarte ou bandeira para cada grupo de festejo”, aponta Bia de Lima.

“O art. 19, inciso I, da Carta Magna, estabelece a separação entre o Estado e as instituições religiosas, proibindo qualquer forma de aliança ou dependência entre ambos. Tal princípio consagra o Estado Laico, que assegura a liberdade de crença e garante tratamento igualitário a todos os cidadãos, independentemente de sua fé ou ausência dela”, aponta a parlamentar.

De acordo com a parlamentar, ela está atenta à proteção das crianças e adolescentes goianos; contudo, a tarefa é de toda a sociedade. Ela destaca a importância da iniciativa legislativa para incentivar a escuta, que também é um compromisso político e institucional com a infância e a juventude, de forma a estimular o debate público e a efetivação de políticas públicas articuladas, intersetoriais e baseadas em evidências.