Em reunião com Seduc e Gaepe, Bia de Lima busca avanços para a Educação Infantil em Goiás

De acordo com a parlamentar, que preside a Comissão de Educação da Assembleia Legislativa de Goiás (Alego) e está licenciada da presidência do Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Goiás (Sintego), a iniciativa da reunião é muito importante, no sentido de orientar, propor e, principalmente, buscar fazer com que os preceitos constitucionais sejam cumpridos e os municípios goianos possam atender e oferecer a educação infantil verdadeiramente.

A deputada estadual Bia de Lima (PT) participou na tarde desta sexta-feira (15/5) de uma importante reunião convocada pela Secretaria de Estado da Educação (Seduc) e integrantes do Gabinete de Articulação para a Efetividade da Política da Educação de Goiás (Gaepe-GO), que reúne órgãos como os Tribunais de Contas do Estado e de Goiânia, a Defensoria Pública e o Ministério Público de Goiás, representado na ocasião pela promotora de Justiça Vanessa Goulart Barbosa, coordenadora da Área da Educação do Centro de Apoio Operacional às Procuradorias e Promotorias de Justiça do órgão.

De acordo com a parlamentar, que preside a Comissão de Educação da Assembleia Legislativa de Goiás (Alego) e está licenciada da presidência do Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Goiás (Sintego), a iniciativa da reunião é muito importante, no sentido de orientar, propor e, principalmente, buscar fazer com que os preceitos constitucionais sejam cumpridos e os municípios goianos possam atender e oferecer a educação infantil verdadeiramente.

“Estamos, obviamente, em busca de orçamento para conseguir botar em prática os avanços discutidos e uma melhor qualidade na educação infantil em todo o estado. Porque não adianta cobrarmos se também não apresentarmos possibilidades de solução”, afirmou a deputada.

“Nada mais importante do que viabilizar recursos orçamentários para auxiliar as prefeituras e viabilizar que, de fato, elas possam atender a educação infantil nos seus municípios. Toda essa junção de esforços, de envolvimento é crucial para que as políticas públicas possam chegar efetivamente na ponta, nas famílias, nas crianças que passem a garantir esse direito tão necessário, tão fundamental, que é de creche e pré-escola a todos nós. Então, por isso, o fundamental é que conte com a gente e parabéns ao Gaepe”, pontuou.

Bia de Lima ressaltou ainda a produtividade do encontro. “Nós pudemos reforçar o nosso diálogo entre o Gaepe e todas as instituições que o compõem e a atual Secretaria Estadual de Educação. E nós já traçamos alguns caminhos possíveis de serem trilhados. Saímos com encaminhamentos importantes dessa reunião. E eu tenho certeza de que vamos evoluir em busca desse fortalecimento da educação infantil”, concluiu ela.

“A alteração na legislação responsável pela instituição da Autoridade Estadual de Minerais Críticos do Estado de Goiás (AMIC/GO) e do Fundo Estadual de Desenvolvimento dos Minerais Críticos (FEDMC) não invade a competência da União, bem como não altera o regime jurídico federal de autorização, concessão de lavra, servidão mineral ou dominialidade dos recursos minerais”, afirma a deputada, que tem se preocupado com a questão, especialmente, após as negociações entre o estado e os Estados Unidos, envolvendo as Terras Raras.

Durante sua fala, a deputada mencionou o recente debate envolvendo a possível negociação da Serra Verde com empresas norte-americanas e observou que a discussão pública tem se concentrado mais na disputa comercial entre Estados Unidos e China do que nos impactos efetivos da exploração mineral em Goiás. “Temos uma série de matérias recorrentes muito mais em função de se nós vamos vender os produtos das terras raras para a China ou para os Estados Unidos do que efetivamente em cima dos resultados que poderiam advir dessa exploração”, pontuou.

Presidente licenciada do Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Goiás (Sintego), a deputada afirmou que a greve é resultado de diversos pontos que precisariam de atenção na área. Ela destacou a desvalorização dos técnicos administrativos e a contratação de temporários em detrimento de aprovados em concurso público.