Economia: Bia de Lima quer política de fomento à produção de uva em Goiás

Em projeto de lei apresentado nesta quarta-feira, 15, a deputada Bia de Lima (PT) propôs a criação da Política Estadual de Fomento à Cadeia Produtiva da Uva em Goiás, cujo objetivo será promover o desenvolvimento sustentável, a competitividade e a expansão da produção da fruta e produtos derivados, bem como fortalecer a economia rural e o agronegócio vitivinícola no estado.

Conforme a proposta, a política será composta por diversos programas e ações, entre eles: criação de linhas de crédito com juros subsidiados; oferta de programas de assistência técnica e capacitação; campanhas de marketing; pesquisas agrícolas e tecnológicas; estímulo à formação e fortalecimento de cooperativas, entre outros.

Na justificativa do PL, a deputada defende que “o estado de Goiás teve uma ascensão relevante e figura como o 10° maior produtor de uva do país e com a emergência de um novo polo produtor e a crescente fabricação de vinhos finos de qualidade, a implementação de uma política de fomento e incentivo à vinicultura torna-se imperativa”, afirma a deputada Bia de Lima.

A deputada ressalta ainda na justificativa do projeto de lei que “Goiás é uma região caracterizada por sua diversidade econômica e riqueza natural, que inclui uma grande variedade de culturas agrícolas e pecuárias. No entanto, o potencial do cultivo da uva e da produção de vinhos tem sido subutilizado, apesar das condições favoráveis”, afirmou na defesa da aprovação da matéria.

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Em seu discurso, a deputada ressaltou que a ampliação do acesso à educação também deve ser acompanhada da valorização de professores e servidores técnico-administrativos. Bia de Lima também comentou sobre a greve dos trabalhadores da educação municipal de Goiânia, que, segundo ela, já ultrapassa duas semanas. Ela cobrou avanços nas negociações. “É preciso ter muito mais cuidado e zelo, atender o pessoal, sentar, discutir e achar uma saída”, defendeu.

“Estamos fazendo todos os esforços, buscando diversas autoridades para intermediar a situação com o prefeito Sandro Mabel, que prometeu retirar todas as propostas que haviam sido apresentadas. Essa medida, além de não ajudar, piora o que já não estava bom. Estamos buscando a resolução para esse impasse, que é de obrigação da gestão. A pauta está colocada há anos, os trabalhadores não só querem, como têm direito a valorização”, apontou a deputada.

Para Bia, o calendário eleitoral não deve servir de justificativa para reduzir a rotina de funcionamento do Parlamento. A deputada defendeu a manutenção dos dias e horários já conhecidos pela população, especialmente para garantir que quem acompanha os trabalhos da Assembleia pela TV Alego e pelos demais canais institucionais continue tendo previsibilidade sobre a atuação dos parlamentares.