Deputada Bia de Lima pede informações sobre situação de Credeq em Goianésia

Nesta terça-feira, 25, durante a apresentação de matérias no plenário, a deputada Bia de Lima (PT) solicitou, por meio de requerimento, informações e esclarecimentos sobre a situação do Centro de Referência e Excelência em Dependência Química (Credeq), no município de Goianésia, a cerca de 175 km da capital goiana, especialmente sobre a atual destinação do prédio público e a ausência de funcionamento do serviço.

O documento encaminhado ao presidente da Assembleia Legislativa de Goiás (Alego), deputado Bruno Peixoto (UB), solicita informações do governador de Goiás, Ronaldo Caiado (UB) e do Secretário Estadual de Saúde, Sérgio Vêncio.

Reportagem veiculada no Jornal O Popular, edição de 24 de abril, intitulada “Dependentes fazem fila onde Credeq está parado” aponta que, ao menos, 180 pacientes aguardam para fazer tratamento contra a dependência química no local. O prédio está finalizado, no entanto, há indefinição no uso da unidade.

Ainda conforme a matéria, a Secretaria Municipal de Saúde de Goianésia informou que casos de desintoxicação são levados ao hospital municipal e, quando há necessidade de internação, os pacientes são incluídos na regulação pela regulação estadual e pela pactuação intermunicipal, entre Goiânia e Anápolis.

“Considerando que é dever do poder público garantir a correta utilização dos prédios públicos, é preciso que esta Casa Legislativa saiba como está sendo feita essa gestão por parte do órgão responsável”, afirma a deputada.

“Eu tomei conhecimento de que o Ipasgo não está oferecendo o DIU para ser instalado nas mulheres. É preciso que o plano de saúde atenda completamente às usuárias, principalmente, quando se trata da saúde das mulheres. Eu entendo que isso é um baita atraso”, afirmou Bia.

Ao usar a tribuna da Assembleia Legislativa de Goiás (Alego) durante a sessão ordinária desta terça-feira (23/6), a deputada estadual Bia de Lima (PT) criticou a falta de transparência no programa IA contra o crime, que usa inteligência artificial no monitoramento de ações criminosas. Os contratos que tinham como objetivo a expansão do programa foram suspensos pela Justiça de Goiás na semana passada.

“As mulheres estão cada vez mais dominando os debates e discussões políticas e é justamente esse o lugar que devemos ocupar: o do protagonismo e do conhecimento! É sempre importante reforçamos o nosso compromisso com a participação política e o apoio do nosso mandato a quem deseja seguir nesse caminho”, afirmou a deputada.