Trabalho: Bia de Lima solicita revisão de bolsa-auxílio para estagiários da Alego

Conforme consta no documento, desde a 16ª Legislatura (2011-2015), os estagiários da Alego recebem uma bolsa-auxílio no valor de R$ 1.000,00, acrescido de R$ 55 referentes ao vale-transporte.

A deputada Bia de Lima (PT) solicitou, por meio de memorando encaminhado ao presidente da Assembleia Legislativa de Goiás (Alego), Bruno Peixoto (UB), a revisão da bolsa-auxílio para estagiários da Casa Legislativa.

Conforme consta no documento, desde a 16ª Legislatura (2011-2015), os estagiários da Alego recebem uma bolsa-auxílio no valor de R$ 1.000,00, acrescido de R$ 55 referentes ao vale-transporte.

“É imperativo salientar que a bolsa-auxílio atual, apresenta uma defasagem significativa quando comparada às recentes atualizações realizadas em outras instituições públicas. No Tribunal de Justiça, por exemplo, o valor foi reajustado para R$ 1.550,00, enquanto no Ministério Público de Goiás os estagiários recebem R$ 1.320,00 mais vale-transporte”, pontuou a deputada.

“Entendemos que os estagiários desta Casa desempenham um papel fundamental na execução de suas atribuições, conciliando sua vida laboral com a vida acadêmica, e compreendemos que a remuneração oferecida deve refletir não apenas as suas responsabilidades, mas também as necessidades inerentes à vida estudantil”, completou Bia de Lima.

Em seu discurso, a deputada ressaltou que a ampliação do acesso à educação também deve ser acompanhada da valorização de professores e servidores técnico-administrativos. Bia de Lima também comentou sobre a greve dos trabalhadores da educação municipal de Goiânia, que, segundo ela, já ultrapassa duas semanas. Ela cobrou avanços nas negociações. “É preciso ter muito mais cuidado e zelo, atender o pessoal, sentar, discutir e achar uma saída”, defendeu.

“Estamos fazendo todos os esforços, buscando diversas autoridades para intermediar a situação com o prefeito Sandro Mabel, que prometeu retirar todas as propostas que haviam sido apresentadas. Essa medida, além de não ajudar, piora o que já não estava bom. Estamos buscando a resolução para esse impasse, que é de obrigação da gestão. A pauta está colocada há anos, os trabalhadores não só querem, como têm direito a valorização”, apontou a deputada.

Para Bia, o calendário eleitoral não deve servir de justificativa para reduzir a rotina de funcionamento do Parlamento. A deputada defendeu a manutenção dos dias e horários já conhecidos pela população, especialmente para garantir que quem acompanha os trabalhos da Assembleia pela TV Alego e pelos demais canais institucionais continue tendo previsibilidade sobre a atuação dos parlamentares.