Acolhimento: Bia de Lima propõe dia da escuta protegida para crianças e adolescentes vítimas de violência

Bia de Lima defende que a criação da data não representa apenas um gesto simbólico, mas sim um compromisso político e institucional com a infância e a juventude.

A deputada estadual Bia de Lima (PT) apresentou nesta terça-feira, 6, projeto de lei que institui o Dia Estadual da Escuta Protegida de Crianças e Adolescentes Vítimas ou Testemunhas de Violência.

Bia de Lima defende que a criação da data não representa apenas um gesto simbólico, mas sim um compromisso político e institucional com a infância e a juventude, estimulando o debate público e a efetivação de políticas públicas articuladas, intersetoriais e baseadas em evidências.

De acordo com ela, entre os objetivos da matéria estão a conscientização da sociedade sobre a importância da medida como instrumento de garantia de direitos deste público; promoção de debates e ações educativas sobre o tema; estímulo à implementação de políticas públicas e a capacitação de profissionais que atuam na rede de proteção e atendimento.

Segundo a parlamentar, a proposta tem como base os princípios e diretrizes da Lei Federal n° 13.431/2017, que estabelece o sistema de garantia de direitos da criança e do adolescente vítima ou testemunha de violência. “A legislação é inovadora e introduziu o conceito de escuta especializada no ordenamento jurídico brasileiro. O procedimento visa evitar a revitimização e a exposição indevida das vítimas durante o atendimento institucional e a apuração dos fatos de violência sofrida ou presenciada”, afirma ela.

Para Bia, a escuta protegida além de uma prática humanizada e qualificada de acolhimento, é instrumento de registro dos relatos. “A abordagem respeita o tempo, as emoções e os direitos das vítimas ou testemunhas, e é realizada em conformidade com os princípios da proteção integral e do melhor interesse da criança e do adolescente”, ressalta a deputada.

“O fortalecimento dessa prática é fundamental para garantir não apenas a responsabilização dos autores de violência, mas principalmente a proteção integral das vítimas, assegurando acesso à justiça, à saúde mental, à educação, à convivência familiar e comunitária e à reparação adequada”, concluiu.

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“A Assembleia não pode impedir que o Ministério Público Eleitoral e o TRE cumpram seu papel por meio de um decreto legislativo. É uma covardia. Eu tenho plena certeza que o TRE não acatará esta medida, esse decreto legislativo. O TRE cumpra seu papel, porque isso que a Assembleia Legislativa está fazendo não tem amparo legal”, declarou.

“No início da gestão do prefeito de Goiânia, Sandro Mabel, estivemos juntos em reunião e, naquele momento, levei para ele a proposta para que os servidores públicos municipais tivessem um direcionamento, dentro do programa Minha Casa Minha Vida. Esta é uma importante conquista para a categoria. Moradia é direito de todos. Então seguimos trabalhando diariamente pela classe trabalhadora e pela nossa dignidade”, afirmou a deputada.

“O presidente Lula esteve em Goiás e foi ótimo. Quem diz que ele tem medo e não anda no meio dos goianos ficou frustrado, pois ele mostrou e provou que tem feito um excelente trabalho pelo nosso estado. O presidente foi recebido com o maior carinho e apreço em Catalão e em Rio Verde, isso foi muito importante”, afirmou ela.