Bia de Lima é homenageada pela Associação de Egressos da UFG

De acordo com o presidente da Associação de Egressos da UFG, Eliomar Pires Martins, o nome da deputada foi aprovado entre as autoridades, em razão da relevância de seu papel na fundação e crescimento da entidade.

A deputada estadual Bia de Lima (PT) foi homenageada na noite desta segunda-feira, 23, pela Associação de Egressos da Universidade Federal de Goiás (UFG), durante um jantar que celebrou os 5 anos da entidade, realizado na sede do Sindicato dos Docentes das Universidades Federais de Goiás (Adufg).

Para Bia de Lima, a homenagem foi uma honra. “Sinto-me lisonjeada com este reconhecimento. A UFG é uma instituição muito importante para o nosso estado, da qual eu também faço parte e tenho muito orgulho. Também sou egressa desta Casa, que incentiva o conhecimento, valorização não só a Educação, mas também os educadores. É um momento de felicidade”, ressaltou a parlamentar.

De acordo com o presidente da Associação de Egressos da UFG, Eliomar Pires Martins, o nome da deputada foi aprovado entre as autoridades, em razão da relevância de seu papel na fundação e crescimento da entidade.

Na ocasião, a deputada reforçou seu voto favorável ao fim da "taxa do agro", aprovada em definitivo, e cobrou do governo de Ronaldo Caiado (UB) que envie à Casa uma medida para extinguir o desconto aplicado aos servidores públicos aposentados de Goiás, cumprindo assim uma promessa feita há anos.

Ao discursar na solenidade, Bia de Lima ressaltou que a democracia no Brasil só será efetivamente garantida quando mais mulheres ocuparem espaços de poder. A parlamentar chamou a atenção para o número de casos relacionados à violência contra as mulheres e ressaltou que é preciso “se indignar e dizer não a todos os tipos de violência”.

“Estamos utilizando essa dinâmica da pedalada como mecanismo para atrair mais pessoas e colocar fim a toda violência praticada contra as mulheres. Goiás, infelizmente, é um estado que mata, agride, violenta e estupra mulheres. Nós precisamos nos indignar, não dá para normatizar os números que são estarrecedores”, afirmou a deputada.