Aposentadoria: Bia de Lima propõe prazo de 90 dias para concessão do benefício aos servidores públicos estaduais

A deputada Bia de Lima (PT) apresentou projeto de lei complementar para alterar a Lei n° 161, de 30 de dezembro de 2020, que dispõe sobre o Regime Próprio de Previdência Social de Goiás (RPPS/GO), para estabelecer o prazo máximo de 90 dias para a concessão administrativa de aposentadorias.

Segundo Bia de Lima, a proposição surge da necessidade de garantir celeridade e eficiência na análise e tramitação dos processos de concessão de aposentadorias, visando assegurar os direitos previdenciários dos servidores públicas estaduais de forma ágil e responsável.

“Tendo em vista que a tramitação dos pedidos de aposentadoria em Goiás tem demorado demais para serem concluídos, deixando o servidor esperando até dois anos além da conta, esse projeto de lei vem para dar celeridade ao processo e caso o prazo não seja cumprido, que o servidor possa aguardar em casa até que seu pedido seja atendido, sem prejuízo da sua remuneração”, justifica a deputada.

Estabelecer um prazo máximo para a concessão das aposentadorias, de forma clara e objetiva, garante que os servidores não fiquem desamparados por longos períodos durante o processo de análise de seus requerimentos. A alteração também visa aprimorar o sistema previdenciário estadual, promovendo maior transparência, agilidade e eficiência na concessão de aposentadores aos servidores públicos de Goiás”, finaliza a deputada.

Acesse o link https://alegodigital.al.go.leg.br//opinecidadao/detalhes.aspx?id=2176738, faça o cadastro e vote SIM no nosso projeto

“Eu tomei conhecimento de que o Ipasgo não está oferecendo o DIU para ser instalado nas mulheres. É preciso que o plano de saúde atenda completamente às usuárias, principalmente, quando se trata da saúde das mulheres. Eu entendo que isso é um baita atraso”, afirmou Bia.

Ao usar a tribuna da Assembleia Legislativa de Goiás (Alego) durante a sessão ordinária desta terça-feira (23/6), a deputada estadual Bia de Lima (PT) criticou a falta de transparência no programa IA contra o crime, que usa inteligência artificial no monitoramento de ações criminosas. Os contratos que tinham como objetivo a expansão do programa foram suspensos pela Justiça de Goiás na semana passada.

“As mulheres estão cada vez mais dominando os debates e discussões políticas e é justamente esse o lugar que devemos ocupar: o do protagonismo e do conhecimento! É sempre importante reforçamos o nosso compromisso com a participação política e o apoio do nosso mandato a quem deseja seguir nesse caminho”, afirmou a deputada.