Orçamento: Bia de Lima afirma que a LDO é fundamental para orientar como os recursos serão aplicados

“No segundo semestre, nós vamos ver como esse orçamento será aplicado. É dentro dele que vamos discutir o plano de carreira do magistério, os investimentos para a UEG, a melhora da saúde, aplicação e estruturação dos recursos nos municípios”.

A deputada estadual de Bia de Lima (PT) criticou a rejeição de emendas à Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), aprovada pela Assembleia Legislativa de Goiás (Alego), na sessão dessa quinta-feira (4). De acordo com a parlamentar, este é um momento muito importante para os deputados e as contribuições apresentadas em forma de emendas são rejeitadas sem nenhuma discussão.

“Essa é uma matéria densa em que os parlamentares se debruçam para conhecer o orçamento projetado pelo governo. Fico entristecida porque apresentamos emendas e elas quase sempre são rejeitadas, especialmente, para mim que sou da oposição. Queremos contribuir, não é um entrave, não queremos dificultar nada, estudamos para melhorar alguns pontos, mas geralmente são rejeitadas e não são levadas em conta”, finalizou Bia de Lima.

Bia de Lima afirma que aguarda agora a Lei Orçamentária Anual (LOA), no segundo semestre que vai definir como o orçamento apresentado na LDO será executado e vamos discutir nossas pautas da educação. “No primeiro semestre do ano, temos as orientações do orçamento, já no segundo semestre, nós vamos ver como esse orçamento será aplicado. É dentro dele que vamos discutir o plano de carreira do magistério, os investimentos para a UEG, a melhora da saúde, aplicação e estruturação dos recursos nos municípios”, explicou ela.

“Eu tomei conhecimento de que o Ipasgo não está oferecendo o DIU para ser instalado nas mulheres. É preciso que o plano de saúde atenda completamente às usuárias, principalmente, quando se trata da saúde das mulheres. Eu entendo que isso é um baita atraso”, afirmou Bia.

Ao usar a tribuna da Assembleia Legislativa de Goiás (Alego) durante a sessão ordinária desta terça-feira (23/6), a deputada estadual Bia de Lima (PT) criticou a falta de transparência no programa IA contra o crime, que usa inteligência artificial no monitoramento de ações criminosas. Os contratos que tinham como objetivo a expansão do programa foram suspensos pela Justiça de Goiás na semana passada.

“As mulheres estão cada vez mais dominando os debates e discussões políticas e é justamente esse o lugar que devemos ocupar: o do protagonismo e do conhecimento! É sempre importante reforçamos o nosso compromisso com a participação política e o apoio do nosso mandato a quem deseja seguir nesse caminho”, afirmou a deputada.