Sustentabilidade: Lei que institui a Política Estadual de Incentivo à Economia Circular é sancionada pelo Governo de Goiás

A lei aponta que a economia circular é um conceito baseado na inteligência da natureza, onde os resíduos são insumos para a produção de novos produtos.

Foi sancionada pelo governador de Goiás, Ronaldo Caiado (UB), a lei n° 22.593, de 5 de abril de 2023, que institui a Política Estadual de Incentivo à Economia Circular. A iniciativa da nova lei é da deputada Bia de Lima (PT) e do deputado Virmondes Cruvinel (UB).

Para os efeitos da lei, entende-se por economia circular o sistema de produção e de consumo que viabiliza o reaproveitamento, a reparação, o recondicionamento e a reciclagem de materiais e produtos.

Já os objetivos são reduzir o impacto ambiental da cadeia produtiva estadual e municipal; estimular a economia da reciclagem; premiar boas práticas de produção e de oferta de serviços; introduzir nos consumidores a noção de responsabilidade ambiental de suas escolhas; estimular a implementação de programas de coleta seletiva em parceria com municípios, entre outros.

A lei aponta que a economia circular é um conceito baseado na inteligência da natureza, onde os resíduos são insumos para a produção de novos produtos e que se opõe ao processo produtivo da economia linear, onde a cadeia produtiva se ocupa apenas de extrair recursos, produzir bens e descartar os rejeitos.

A legislação também institui o Selo Produto Economicamente Circular, para estimular práticas de produção e de consumo sustentáveis e desestimular o consumo de bens que não atendam aos princípios da economia circular e da sustentabilidade.

“Fico feliz com a sanção da lei, que só tem a contribuir em todo o estado. O objetivo é incentivar a formulação de projetos e políticas públicas de economia circular, com potencial de promover desenvolvimento econômico associado a boas práticas de produção e consumo”, afirma a deputada.

“Eu tomei conhecimento de que o Ipasgo não está oferecendo o DIU para ser instalado nas mulheres. É preciso que o plano de saúde atenda completamente às usuárias, principalmente, quando se trata da saúde das mulheres. Eu entendo que isso é um baita atraso”, afirmou Bia.

Ao usar a tribuna da Assembleia Legislativa de Goiás (Alego) durante a sessão ordinária desta terça-feira (23/6), a deputada estadual Bia de Lima (PT) criticou a falta de transparência no programa IA contra o crime, que usa inteligência artificial no monitoramento de ações criminosas. Os contratos que tinham como objetivo a expansão do programa foram suspensos pela Justiça de Goiás na semana passada.

“As mulheres estão cada vez mais dominando os debates e discussões políticas e é justamente esse o lugar que devemos ocupar: o do protagonismo e do conhecimento! É sempre importante reforçamos o nosso compromisso com a participação política e o apoio do nosso mandato a quem deseja seguir nesse caminho”, afirmou a deputada.