Infraestrutura: Bia de Lima solicita roçagem de rodovia entre os municípios de Uruana e Itaguari

O documento é endereçado ao governador de Goiás, Ronaldo Caiado, e também ao presidente da Agência Goiana de Infraestrutura e Transportes (Goinfra), Lucas Vissotto.

Por meio de requerimento apresentado nesta quarta-feira, 13, a deputada Bia de Lima (PT) solicitou a roçagem do capim, no trecho que se estende ao longo da GO-154, com 52 km, que sai do município de Uruana até Itaguari.

O documento é endereçado ao governador de Goiás, Ronaldo Caiado, e também ao presidente da Agência Goiana de Infraestrutura e Transportes (Goinfra), Lucas Vissotto.

De acordo com a parlamentar, a situação da rodovia é precária. “A rodovia apresenta intenso trânsito de veículos leves e pesados que, atualmente, está sujeita a notáveis danos, uma vez que a vegetação (capim) está invadindo a pista e prejudicando a circulação”, disse ela.

“Tais circunstância dificultam ainda mais a trafegabilidade, o acesso às propriedades rurais, o transporte e o escoamento de insumos, além de representarem riscos a integridade dos usuários da rodovia”, completou Bia de Lima.

Para a parlamentar, militante da área da educação, a sanção é um grande avanço. “É uma alegria receber o convite do presidente Lula para participar deste momento, que é histórico. Sou presidente da Comissão de Educação da Assembleia Legislativa de Goiás e já estamos trabalhando não só para construir, mas também para garantir a implementação do PNE e do Plano Estadual de Educação de Goiás. Este documento é importante para todos os brasileiros”, afirmou a deputada.

“Esse programa aproxima os deputados e o Poder Legislativo das pessoas, dos municípios, trazendo demandas, ouvindo a população, levando benefícios e, principalmente, resultados, que é o que importa. A iniciativa já se tornou essencial para o nosso estado”, afirmou.

Ao discursar na tribuna, a deputada destacou que protocolou requerimento solicitando a realização de audiência pública para discutir a exploração de terras raras e outros recursos minerais no estado. “Precisamos aprofundar esse debate e reunir especialistas, representantes do poder público, setor produtivo e sociedade civil para discutir os impactos econômicos, sociais e ambientais da atividade mineradora em Goiás. É fundamental que o estado não repita um modelo histórico de exploração, em que riquezas naturais são retiradas sem que haja retorno efetivo para a população. Não podemos permitir que Goiás seja apenas um território de extração, onde se levam as riquezas e ficam os impactos, muitas vezes irreversíveis”, destacou.