Economia: Bia de Lima quer política de fomento à produção de uva em Goiás

Em projeto de lei apresentado nesta quarta-feira, 15, a deputada Bia de Lima (PT) propôs a criação da Política Estadual de Fomento à Cadeia Produtiva da Uva em Goiás, cujo objetivo será promover o desenvolvimento sustentável, a competitividade e a expansão da produção da fruta e produtos derivados, bem como fortalecer a economia rural e o agronegócio vitivinícola no estado.

Conforme a proposta, a política será composta por diversos programas e ações, entre eles: criação de linhas de crédito com juros subsidiados; oferta de programas de assistência técnica e capacitação; campanhas de marketing; pesquisas agrícolas e tecnológicas; estímulo à formação e fortalecimento de cooperativas, entre outros.

Na justificativa do PL, a deputada defende que “o estado de Goiás teve uma ascensão relevante e figura como o 10° maior produtor de uva do país e com a emergência de um novo polo produtor e a crescente fabricação de vinhos finos de qualidade, a implementação de uma política de fomento e incentivo à vinicultura torna-se imperativa”, afirma a deputada Bia de Lima.

A deputada ressalta ainda na justificativa do projeto de lei que “Goiás é uma região caracterizada por sua diversidade econômica e riqueza natural, que inclui uma grande variedade de culturas agrícolas e pecuárias. No entanto, o potencial do cultivo da uva e da produção de vinhos tem sido subutilizado, apesar das condições favoráveis”, afirmou na defesa da aprovação da matéria.

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“Eu tomei conhecimento de que o Ipasgo não está oferecendo o DIU para ser instalado nas mulheres. É preciso que o plano de saúde atenda completamente às usuárias, principalmente, quando se trata da saúde das mulheres. Eu entendo que isso é um baita atraso”, afirmou Bia.

Ao usar a tribuna da Assembleia Legislativa de Goiás (Alego) durante a sessão ordinária desta terça-feira (23/6), a deputada estadual Bia de Lima (PT) criticou a falta de transparência no programa IA contra o crime, que usa inteligência artificial no monitoramento de ações criminosas. Os contratos que tinham como objetivo a expansão do programa foram suspensos pela Justiça de Goiás na semana passada.

“As mulheres estão cada vez mais dominando os debates e discussões políticas e é justamente esse o lugar que devemos ocupar: o do protagonismo e do conhecimento! É sempre importante reforçamos o nosso compromisso com a participação política e o apoio do nosso mandato a quem deseja seguir nesse caminho”, afirmou a deputada.