Meio ambiente: Bia de Lima quer a regulamentação da Zona de Amortecimento na Chapada dos Veadeiros

Por meio de requerimento apresentado nesta quarta-feira, 28, a deputada Bia de Lima (PT) solicitou envio de expediente ao Gerente Regional do Centro-Oeste do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade – ICMBio, Sandro Flávio de Carvalho, bem como a ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima – MMA, Marina Silva, para regulamentação da Zona de Amortecimento (ZA) do Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros, localizado no município de Alto Paraíso de Goiás.

Em sua justificativa, Bia de Lima aponta que a ausência da Zona de Amortecimento do redor do Parque tem gerado uma série de problemas e desafios. A ZA é uma área adjacente a uma unidade de conservação, cujo objetivo é minimizar os impactos negativos decorrentes de atividades externas à unidade, proporcionando a proteção necessária ao ecossistema. Por isso, a regulamentação do espaço é fundamental para garantir a conservação efetiva do Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros.

“A ausência da ZA tem permitido uma grande pressão imobiliária nas margens do Parque, levando a ocupações desordenadas e a um uso inadequado do solo. Essas atividades representam uma ameaça significativa à integridade ecológica da região, comprometendo a flora, a fauna e os recursos hídricos, além de colocar em risco o patrimônio natural e cultural ali existente”, ressalta a deputada, destacando ainda a importância de se estabelecer diretrizes claras e restritivas para as atividades desenvolvidas na área em questão.

“Eu tomei conhecimento de que o Ipasgo não está oferecendo o DIU para ser instalado nas mulheres. É preciso que o plano de saúde atenda completamente às usuárias, principalmente, quando se trata da saúde das mulheres. Eu entendo que isso é um baita atraso”, afirmou Bia.

Ao usar a tribuna da Assembleia Legislativa de Goiás (Alego) durante a sessão ordinária desta terça-feira (23/6), a deputada estadual Bia de Lima (PT) criticou a falta de transparência no programa IA contra o crime, que usa inteligência artificial no monitoramento de ações criminosas. Os contratos que tinham como objetivo a expansão do programa foram suspensos pela Justiça de Goiás na semana passada.

“As mulheres estão cada vez mais dominando os debates e discussões políticas e é justamente esse o lugar que devemos ocupar: o do protagonismo e do conhecimento! É sempre importante reforçamos o nosso compromisso com a participação política e o apoio do nosso mandato a quem deseja seguir nesse caminho”, afirmou a deputada.