Infraestrutura: Bia de Lima pede ressarcimento do governo para reparo em rodovia

Em requerimento apresentado no plenário da Assembleia Legislativa de Goiás nesta terça-feira, 20, a deputada estadual Bia de Lima (PT) solicitou o envio de expediente do presidente da Agência Goiana de Infraestrutura e Transportes (Goinfra), Lucas Vissotto, pedindo o ressarcimento das obras realizadas na estrada vicinal que cruza a GO-184, em Serranópolis, no sudoeste goiano.

O trecho, que tem cerca de 20 km, sai da Cooperativa Comigo (Armazém Comigo) e segue até a Ponte do Saninho, e as benfeitorias foram feitas pelo empresário e fazendeiro Tarcísio Neis. Porém, a execução da política estadual de transporte e obras públicas, como a realização de obras civis e de infraestrutura é de competência da Goinfra.

Dessa forma, a parlamentar solicita o ressarcimento pelas obras realizadas, bem como a execução, por parte da pasta, de futuras manutenções e recuperações na estrada em questão.

Para a parlamentar, militante da área da educação, a sanção é um grande avanço. “É uma alegria receber o convite do presidente Lula para participar deste momento, que é histórico. Sou presidente da Comissão de Educação da Assembleia Legislativa de Goiás e já estamos trabalhando não só para construir, mas também para garantir a implementação do PNE e do Plano Estadual de Educação de Goiás. Este documento é importante para todos os brasileiros”, afirmou a deputada.

“Esse programa aproxima os deputados e o Poder Legislativo das pessoas, dos municípios, trazendo demandas, ouvindo a população, levando benefícios e, principalmente, resultados, que é o que importa. A iniciativa já se tornou essencial para o nosso estado”, afirmou.

Ao discursar na tribuna, a deputada destacou que protocolou requerimento solicitando a realização de audiência pública para discutir a exploração de terras raras e outros recursos minerais no estado. “Precisamos aprofundar esse debate e reunir especialistas, representantes do poder público, setor produtivo e sociedade civil para discutir os impactos econômicos, sociais e ambientais da atividade mineradora em Goiás. É fundamental que o estado não repita um modelo histórico de exploração, em que riquezas naturais são retiradas sem que haja retorno efetivo para a população. Não podemos permitir que Goiás seja apenas um território de extração, onde se levam as riquezas e ficam os impactos, muitas vezes irreversíveis”, destacou.