Deputada Bia de Lima celebra reajuste do Piso Nacional durante Deputados Aqui, na Cidade de Goiás

“Sou da Educação e defendo a Educação em todos os lugares que passo. Agora, no começo do ano, muita gente torceu contra, muita gente falou que o reajuste do Piso seria de apenas 0,37%, mas isso não aconteceu. Nós estivemos com o ministro Camilo Santana, com o presidente Lula, e o reajuste anunciado foi de 5,4%, acima da inflação, mas que também não inviabiliza o pagamento das prefeituras e garante uma valorização real aos professores”, afirmou ela.

A deputada Bia de Lima (PT) participou na manhã deste sábado (24/1), na Cidade de Goiás, da 34ª edição do projeto Deputados Aqui. Na ocasião, ela falou sobre a importância do reajuste do Piso Nacional do Magistério oficializado nesta semana, cujo índice de 5,4% supera a inflação, oferecendo ganho real para a categoria. Outro ponto destacado por ela foi a inclusão dos professores da Educação Infantil entre os profissionais do magistério público da Educação Básica.

“Sou da Educação e defendo a Educação em todos os lugares que passo. Agora, no começo do ano, muita gente torceu contra, muita gente falou que o reajuste do Piso seria de apenas 0,37%, mas isso não aconteceu. Nós estivemos com o ministro Camilo Santana, com o presidente Lula, e o reajuste anunciado foi de 5,4%, acima da inflação, mas que também não inviabiliza o pagamento das prefeituras e garante uma valorização real aos professores”, afirmou ela.

De acordo com a deputada, sendo valorizados, os trabalhadores de qualquer categoria produzem mais e melhor. Durante seu discurso, ela também falou sobre a aprovação do “Descongela”, para que todos os servidores sejam recompostos e recorrigidos em suas carreiras.

Emendas parlamentares

Ao falar para a população da Cidade de Goiás, a deputada Bia de Lima ressaltou que tem destinado emendas parlamentares para escolas em todo o estado, incluindo a antiga Vila Boa de Goiás. Contudo, a ajuda da parlamentar tem sido ampliada para diversas áreas como cultura, saúde, ações sociais e a Educação Pública de forma geral, englobando as universidades públicas.

Bia de Lima também ressaltou a atuação do prefeito de Goiás, Aderson Gouveia (PT). De acordo com ela, o gestor tem revolucionado a administração do município. “O prefeito revolucionou com um vale que garante que as pessoas comprem o que quiserem da agricultura familiar, o que é muito bacana, pois ajuda nas duas pontas. Parabéns pela inovação! Isso é um exemplo e queremos ajudar muito a cidade em todas as áreas. O que desejamos é que os serviços públicos cheguem para todos, que as pessoas percebam o quanto a política é feita com seriedade”, declarou.

Para a parlamentar, militante da área da educação, a sanção é um grande avanço. “É uma alegria receber o convite do presidente Lula para participar deste momento, que é histórico. Sou presidente da Comissão de Educação da Assembleia Legislativa de Goiás e já estamos trabalhando não só para construir, mas também para garantir a implementação do PNE e do Plano Estadual de Educação de Goiás. Este documento é importante para todos os brasileiros”, afirmou a deputada.

“Esse programa aproxima os deputados e o Poder Legislativo das pessoas, dos municípios, trazendo demandas, ouvindo a população, levando benefícios e, principalmente, resultados, que é o que importa. A iniciativa já se tornou essencial para o nosso estado”, afirmou.

Ao discursar na tribuna, a deputada destacou que protocolou requerimento solicitando a realização de audiência pública para discutir a exploração de terras raras e outros recursos minerais no estado. “Precisamos aprofundar esse debate e reunir especialistas, representantes do poder público, setor produtivo e sociedade civil para discutir os impactos econômicos, sociais e ambientais da atividade mineradora em Goiás. É fundamental que o estado não repita um modelo histórico de exploração, em que riquezas naturais são retiradas sem que haja retorno efetivo para a população. Não podemos permitir que Goiás seja apenas um território de extração, onde se levam as riquezas e ficam os impactos, muitas vezes irreversíveis”, destacou.