Deputada Bia de Lima participou da Semana Nacional de Negociação Coletiva de Trabalho

A parlamentar reforçou que seguirá atuando na Assembleia Legislativa para assegurar que a legislação estadual acompanhe as necessidades dos trabalhadores e contribua para consolidar negociações coletivas mais efetivas, democráticas e comprometidas com a valorização do trabalho. “É por isso que a gente faz política não com ódio, mas com proposta, com perspectiva e com respeito a todas as pessoas, especialmente da classe trabalhadora.”

A deputada estadual Bia de Lima marcou presença na Semana Nacional de Negociação Coletiva de Trabalho, um dos principais espaços de diálogo voltados ao fortalecimento das relações trabalhistas no Brasil. O evento reuniu representantes sindicais, especialistas e órgãos públicos para discutir os desafios atuais do mundo do trabalho e construir caminhos para negociações mais equilibradas e transparentes.

Durante sua participação, a deputada destacou a importância de todos os poderes são importantes, principalmente darem pluralidade das representações da sociedade.  “É fundamental pensar sobre como as centrais sindicais, sindicatos e entidades patronais podem contribuir no processo tripartite com governo, setor privado e trabalhadores. Queremos relações de trabalho modernas, sem perda de direitos, e condições que permitam às pessoas planejar o futuro com dignidade, especialmente na chegada da aposentadoria.” declarou.

Ao final, a parlamentar reforçou que seguirá atuando na Assembleia Legislativa para assegurar que a legislação estadual acompanhe as necessidades dos trabalhadores e contribua para consolidar negociações coletivas mais efetivas, democráticas e comprometidas com a valorização do trabalho.  “É por isso que a gente faz política não com ódio, mas com proposta, com perspectiva e com respeito a todas as pessoas, especialmente da classe trabalhadora.”

“As pessoas precisam entender que educar um filho não é espancar, especialmente, em razão das educações anteriores. Essa é a nova dinâmica de educar, sem bater, mas isso inclui também a construção de limites, para que não cresçam crianças sem parâmetros e regras. As escolas estão sofrendo muito com isso. Em muitos desses casos de ataques e violências nas escolas, o histórico das pessoas envolve questões dessa natureza”, aponta Bia de Lima.

A iniciativa tem como objetivo reconhecer a trajetória de um dos cursos mais importantes do Sudoeste goiano, responsável pela formação de gerações de educadores e educadoras que atuam na rede pública e privada de ensino. Além disso, a instituição é responsável por contribuir para o fortalecimento da pesquisa, da extensão universitária e da produção de conhecimento na área educacional.

O foco da discussão foi a situação da Mineradora Serra Verde, localizada em Minaçu, no Norte goiano. O empreendimento é considerado a primeira operação comercial de terras raras do Brasil e tem sido alvo de preocupação após apontamentos de órgãos ambientais sobre possíveis impactos em córregos da região, falhas no monitoramento da água e irregularidades relacionadas à atividade minerária.